Atire a primeira pedra quem nunca sofreu com pontadas na região lombar ou cervical: eis um problema que atinge gente de todas as idades e classes sociais. Segundo um levantamento recente, a dor nas costas é a principal causa de incapacidade no mundo inteiro. Só no Brasil, ela atinge 13% da população e só fica atrás da hipertensão entre as queixas de saúde.
Determinadas abordagens de tratamento para a ciática sempre dependem do que está fazendo com que o nervo anatomia dano para começar, então, vendo um profissional é que vale a pena. Alguns médicos escolher para o uso de medicamentos como anti-inflamatórios, relaxantes musculares ou esteróides para tratar grave do nervo ciático dor, mas existem fortes evidências de que a fisioterapia, quiropraxia ajustes e alongamento tudo pode melhorar drasticamente a forma de alguém de condição.
A Acupressão é uma terapia alternativa que pode ser aplicada para aliviar a dor de cabeça, a cólica menstrual e outras dores que surgem no dia-a-dia. Esta técnica tal como a acupuntura, tem origem na medicina tradicional chinesa, sendo indicada para aliviar dores ou para estimular o funcionamento de órgãos através da pressão de pontos específicos nas mãos, pés, e braços.
English: Use Acupressure for Back Pain, Español: usar la acupresión para el dolor de espalda, Русский: облегчить боль в спине с помощью точечного массажа, Italiano: Usare la Digitopressione contro il Mal di Schiena, Français: utiliser l'acupression pour les douleurs dans le dos, Bahasa Indonesia: Meredakan Nyeri Punggung dengan Akupresur, Deutsch: Akupressur bei Rückenschmerzen nutzen
O nome pode parecer um pouco estranho para quem não está familiarizado, mas a técnica é simples e você pode já ter ouvido falar dela. A chamada acupressão é uma técnica medicinal que pertence a uma das linhas da medicina tradicional chinesa na qual também se encontram a acupuntura e a digitopuntura. É uma forma de aliviar as dores ou estimular o funcionamento dos órgãos internos por meio da pressão de pontos nas mãos, nas plantas dos pés, nas orelhas e em algumas partes específicas do rosto. Para a medicina tradicional chinesa, estes pontos estão ligados energeticamente com o interior do nosso organismo por meio de canais vitais, nervos, veias ou artérias. É por isso que, ao pressioná-los, você pode perceber o reflexo em outros lugares do seu corpo, inclusive no seu interior e em órgãos vitais.
Melhorar o fluxo de sangue e aliviar a tensão muscular em seus pés, utilizando os pontos de pressão específicos TCM (medicina tradicional chinesa) para a melhoria total do corpo positivo. Com pontos de acupuntura precisos em cada um dos pés estas sandálias de vida saudáveis ​​pode ajudar as pessoas a aliviar a tensão muscular crônica ou esporádica e desconfortos corporais.
Durante o exame físico, o seu médico irá tentar identificar a localização da dor e descobrir como isso afeta o seu movimento. Ele pode solicitar que você sente, levante ou caminhe. O seu médico pode pedir para você tentar andar na ponta dos pés e, em seguida, sobre os calcanhares. Também vai pedir para você levantar as pernas para cima, enquanto está deitado. Se a dor é pior quando você faz isso, você pode ter dor ciática, especialmente se você também sentir dormência ou formigamento em uma de suas pernas.
The three groups in this study were homogenous before the designated treatment for some variables that may be considered to have an influence on the duration of the first stage of labor, including parity, stated labor duration before treatment, integrity of amniotic membranes, cervical dilation, and number and intensity of contractions. However, there was a difference in the number of contractions reported by the participants during treatment, with the median of one less contraction for TG, in addition to noninduction or augmentation of labor. The need for oxytocin was greater among the parturients in the SP6G and TG; however, there was no significant difference in the induction of labor with prostaglandin or cervical preparation with a cervical catheter.
“Os resultados da aplicação de ultrassom e laser conjugados nos pontos de dor, como o músculo trapézio, foram extremamente positivos, mas eles não conseguiam atingir as outras principais inervações afetadas pela doença. Já o tratamento na palma das mãos teve um resultado global, restabelecendo a qualidade de vida dos pacientes e, claro, eliminando a dor”, disse Bruno.
Conforme bem estabelecido na literatura, as crises que acometem a coluna vertebral, notadamente a região lombar, decorrem de inúmeros fatores, sendo a maioria passível de modificação. Seguindo essa linha de raciocínio, um plano de ação para prevenir novas crises deveria focar incondicionalmente os fatores potencialmente modificáveis. O problema é que, nesse caso, serão necessários investimentos em médio e longo prazo, que exigem persistência e disciplina, condições cada vez mais em falta em um mundo que hipervaloriza a comodidade pessoal e abusa da tecnologia. 

Embora não seja mortal, a hérnia de disco pode levar indivíduos economicamente ativos a se aposentarem por invalidez, sendo as causas multifatoriais, como: permanecer sentado por longas horas e o comportamento sedentário. Devido à repercussão econômica causada pelas lombalgias e hérnias de disco, elas se tornaram a 1ª causa de pagamento de auxílio doença e a 3ª causa de aposentadoria por invalidez.
“Crianças adoram correr, a questão é: quando a corrida pode passar a ser uma atividade física regular? O ideal é que elas já tenham ossos e músculos mais maduros que permitam esse atividades mais intensas. Para isso é recomendável esperar a pré-adolescência ou mesmo a adolescência. Outro fator que deve ser considerado é o desenvolvimento psicológico da criança, já que antes dessas fases ela deve ser estimulada às atividades mais lúdicas”, pontua Bruno Massa, especialista em ortopedia infantil .   
Assim, a hérnia murcha e deixa de comprimir estruturas importantes, como os nervos. O tratamento cirúrgico está indicado apenas nos 10% dos casos em que a crise não passa entre três a seis semanas, em pacientes que têm crises repetidas em um curto espaço de tempo ou quando existem alterações esfincterianas (perda de controle para urinar e defecar).
A fibromialgia não tem cura, porém há métodos para aliviar as dores, melhorar a qualidade do sono e a qualidade de vida do paciente para que consiga conviver com a doença. Caso você suspeite de ter fibromialgia, consulte um médico. Existem remédios que serão indicados pelo médico, mas também existe alguns tipos de tratamento natural para fibromialgia, dos quais listamos alguns logo abaixo (consulte seu médico a respeito deles):
This randomized, controlled, pragmatic clinical trial 19 was conducted between January and August 2013. The subjects were pregnant women admitted to a tertiary public teaching hospital located in an inland city in the state of Sao Paulo, Brazil, for delivery. The following women were included: any age or parity, from 37 weeks of gestation in spontaneous, induced, and/or augmented labor with dilation ≥ 4 cm, 2-3 contractions every 10 min, with undamaged skin at the bilateral SP6 points, and whose fetus was alive in cephalic vertex position with good vital signs. The following cases were excluded: pre-eclampsia, placenta previa, two or more previous cesarean sections, or immediate indication for this mode of delivery.
Na hérnia de disco – quando acontece esforço, o material nuclear é impelido para trás através das fibras do anel fibroso, nesse momento você não sente a dor. Mas durante a noite, por causa da maior embebição aquosa do núcleo e da elevação da pressão intradiscal as fibras se rompem. Horas depois a pessoa começa a sentir uma dor aguda e intensa com irradiação da dor para o membro inferior.
Lin Tchie Yeng – LER (lesões por esforços repetitivos), ou DOT (distúrbios osseomusculares relacionados ao trabalho), é uma doença bastante comum atualmente. Estima-se que, em São Paulo, de 5% a 8% dos trabalhadores apresentem dor no braço ou na região cervical como consequência de suas atividades profissionais. No Hospital das Clínicas, mais ou menos 30% das pessoas com tendinite provocada pela repetição contínua de certos movimentos, sofrem também de fibromialgia e isso causa diagnósticos e tratamentos equivocados.
Muitos fatores são importantes para evitar que uma lombalgia aguda se torne crônica. A correção postural, principalmente na maneira de se sentar no trabalho e na escola é essencial. Na fase aguda, a ginástica é importante. Quando fizer exercício com pesos na ginástica, proteja a coluna deitando ou sentando com apoio nas costas. Sempre evitar carregar peso. Não permanecer curvado por muito tempo. Quando se abaixar no chão, dobrar os joelhos e não dobrar a coluna. Para outros esclarecimentos, consulte o seu médico ortopedista.
Popularmente conhecida como fibro, a fibromialgia é uma síndrome de causas ainda desconhecidas. Mas, que pode provocar dores fortes por todo o corpo durante muito tempo ou sensibilidade nas articulações, nos músculos e nos tendões. Isso acontece devido uma alteração da interpretação dos estímulos recebidos pelo cérebro e também pelos receptores cutâneos.
ARTIGO ORIGINAL56 Rev Bras Reumatol 2010;50(1):56-66Recebido em 06/10/2009. Aprovado, após revisão, em 24/11/2009. Roberto Ezequiel Heymann e Eduardo dos Santos Paiva declaram ter recebido honorários da Lilly, Janssen-Cilag, Boehringer, Apsen e Pfizer para palestras e consultoria; Milton Helfenstein Junior recebeu honorários da Pfizer e Merck Sharp para palestras e consultoria; Daniel Feldman Pollak recebeu honorários da Lilly, Pfizer e Merck Sharp; José Eduardo Martinez recebeu honorários da Sanofi Aventis para palestras e da Pfizer para palestras e consultoria; José Roberto Provenza recebeu honorários dos laboratórios Roche, Bristol, Ache e Pfizer para participar de pesquisas clínicas com novos fármacos na PUC-Campinas; Marcelo Cruz Rezende declara ter recebido honorários da Lilly-Boehringer para a participação em simpósios e da Pfizer para ser palestrante e participar de simpósios; Valério Valim Cristo declara recebimento de honorários por apresentação, conferência ou palestra pela Roche, além de financiamento para a realização de pesquisa, organização de atividade de ensino ou comparecimento a simpósios pela Lilly, Genzyme, Schering-Plough. Os demais autores declararam não haver conflitos de interesse.1. Coordenador do Ambulatório de Fibromialgia da UNIFESP e assistente doutor da Disciplina de Reumatologia da UNIFESP2. Professor Assistente da Disciplina de Reumatologia, UFPR. Chefe do ambulatório de fibromialgia do HC-UFPR3. Assistente doutor da Disciplina de Reumatologia da UNIFESP4. Professor Adjunto da Disciplina de Reumatologia da UNIFESP e chefe do Setor de reumatismos de partes moles da UNIFESP5. Professor titular do Departamento de Medicina da PUC-SP, doutor em Reumatologia pela UNIFESP e diretor da Faculdade de Medicina da PUC-SP6. Professor titular de Reumatologia da PUC-Campinas e chefe do Serviço de Reumatologia do Hospital Universitário da PUC-Campinas7. Professora orientadora da pós-graduação da Faculdade de Ciências da Saúde da UnB e chefe do centro de ambulatórios do Hospital Universitário de Brasília8. Membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia9. Mestre em Medicina pelo Instituto de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Belo Horizonte, coordenador do Programa de Residência Médica em Reumatologia e do Ambulatório de Fibromialgia da Santa Casa de Belo Horizonte10. Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, biênio 2007-200811. Professora colaboradora da Faculdade de Medicina da USP, assistente doutora do Serviço de Reumatologia e responsável pelo ambulatório de Fibromialgia do Serviço de Reumatologia do HC-FMUSP12. Responsável pelo Setor de Reumatologia e Preceptor do programa de Residência em Clínica Médica da Santa Casa de Campo Grande. Ex-presidente da Sociedade de Reumatologia do Mato Grosso do Sul13. Professor assistente de Reumatologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e mestre em Clínica Médica pela UFGRS14. Reumatologista com especialização em Medicina Esportiva do setor de reabilitação, procedimentos e coluna vertebral pela UNIFESP15. Ex-fellow da Universidade da Virgínia (EUA), mestre em Educação e Ciência e professora da UNISUL16. Professora adjunto do Departamento de Clínica Médica, chefe do ambulatório de fibromialgia e chefe do serviço de Reumatologia do Hospital Universi-tário da Universidade Federal do Espírito Santo17. Doutora em Reumatologia pela UNIFESP, membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia e da Sociedade Brasileira de Clínica Médica18. Membro da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor19. Presidente da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação, professora colaboradora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e doutora em Medicina pela FMUSP20. Membro da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação21. Professor titular de Neurologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), coordenador do Departamento de Dor da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) e do Subcomitê de Dor da European Neurological Society (ENS). Membro da Peripheral Nerve Society22. Doutor em Ortopedia e Traumatologia pela Faculdade de Medicina da USP, médico Assistente do Grupo de Mão e professor colaborador da FMUSP23. Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia24. Membro da Consultoria Axia.Bio farmacoeconomia e pesquisa em saúde25. Diretor executivo do Núcleo de Gestão de Pesquisas da UNIFESP, mestre em Ciências pela UNIFESP e sócio-pesquisador da Axia.BioEndereço para correspondência: Roberto Ezequiel Heymann. Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 2466, conj 93-94. São Paulo - SP - CEP 01402-000Consenso brasileiro do tratamento da bromialgiaRoberto Ezequiel Heymann1, Eduardo dos Santos Paiva2, Milton Helfenstein Junior3, Daniel Feldman Pollak4, José Eduardo Martinez5, José Roberto Provenza6, Ana Patrícia Paula6, Antonio Carlos Althoff8, Eduardo José do R. e Souza9, Fernando Neubarth10, Lais Verderame Lage11, Marcelo Cruz Rezende12, Marcos Renato de Assis8, Maria Lucia Lemos Lopes13, Fabio Jennings14, Rejane Leal C. da Costa Araújo15, Valéria Valim Cristo16, Evelin Diana Goldenberg Costa17, Helena Hideko S. Kaziyama18, Lin Tchia Yeng18, Marta Iamamura19, Thais Rodrigues Pato Saron20, Osvaldo J. M. Nascimento21, Luiz Koiti Kimura22, Vilnei Mattioli Leite23, Juliano Oliveira24, Gabriela Tannus Branco de Araújo24, Marcelo Cunio Machado Fonseca25
A ciática pode ser extremamente incapacitante devido à dor intensa e limitação de atividades diárias. A lombalgia simples, de origem mecânica que acontece após algum esforço ou movimento brusco costuma desaparecer em dois ou três dias sem qualquer medida especial. No entanto, a lombalgia que não melhora rapidamente com essas medidas ou que piora gradualmente, evoluindo com a presença da ciática, com alteração de força ou de sensibilidade, é chamada de lombociatalgia e deve ser avaliada por um especialista em coluna com brevidade.
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