– Tabagismo: dados publicados no periódico American Journal of Medicine aponta que fumantes, sobretudo os mais jovens, são mais propensos a apresentarem dores lombares. Embora as causas não estejam completamente elucidadas, acredita-se que haja uma diminuição do fluxo de sangue para a espinha, além de um aumento no risco de osteoporose e um aumento na circulação de substâncias que causam dor no organismo do fumante.
A causa mais comum da lombalgia aguda é algum movimento errado que o paciente fez no seu dia a dia, como: carregar peso em excesso ou de forma errada; abaixar o tronco para pegar algum objeto com as pernas esticadas; fazer rotação do corpo mantendo os pés parados no chão, ao invés de rodar todo o corpo; pegar algum objeto em uma estante alta inclinando o corpo para trás, dentre outros comportamentos.
For the variables where comparisons were made between the groups and measurements were made for more than one period during the evaluation, Bonferroni’s correction was used, dividing the level of significance by the number of comparisons. When the variable was measured in three periods and the groups were compared in each period, the level of significance was 1.67%. For multiple comparisons, the level of significance was also corrected using the same criterion.

A Lombalgia mecânica persistente pode exigir estudos de imagem adicionais, inclusive tomografia computadorizada, discografia, e varredura óssea trifásica. A sensibilidade refere-se à capacidade do teste ou estudo de mostrar que um distúrbio está presente. Especificidade refere-se à capacidade do teste ou estudo para determinar um distúrbio específico. Quanto maior o número [0 a 1], mais sensível ou específico será o teste ou estudo.

Por vezes, as dores estendem-se até ao rabo, da zona posterior da coxa até à parte externa da barriga da perna ou mais, ou até à região inguinal. Os músculos estão em tensão e as costas rígidas. No caso de dores agudas, as costas dobram para a frente e para o lado. Por vezes, as lombalgias são acompanhadas por uma sensação aguda de picada ou formigueiro nas costas ou no rabo.
Ao primeiro sinal de dor lombar, o paciente deve procurar por ajuda especializada. Há muitas pessoas que ignoram a dor, convivendo com o problema por dias e até meses. Outras ainda buscam a automedicação, que é um grande fator de risco. O ideal é que o paciente seja avaliado o quanto antes por um profissional capacitado, a fim de receber o diagnóstico correto do seu problema e investir no tratamento mais adequado. Quanto mais cedo a dor lombar for tratada, maiores serão as chances de se livrar do sintoma e do que pode estar por trás dele. 

Há estudos demonstrando a eficiência de pilates, treinamento funcional, musculação convencional, ioga, caminhada, entre outros, no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Parece que o principal determinante dos resultados é como os exercícios são prescritos e supervisionados. Além das informações decorrentes de relatórios dos profissionais de saúde que acompanharam as fases iniciais do problema, dos laudos dos exames de imagem e da avaliação física inicial, antes da prescrição de exercícios propriamente dita, é fundamental compreender como se sente um indivíduo recém-chegado de um tratamento de quadro agudo ou crônico de dor na coluna vertebral: inseguro sobre suas possibilidades de movimento, com muito medo de novas crises e, no caso de praticantes regulares de atividade física, ansioso para treinar. Respeitar esse momento de retorno, atentar para as particularidades de cada caso e progredir de acordo com as respostas aos exercícios aumenta bastante a chance de sucesso.
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