A planta Canela de Velho (Miconia albicans) é uma das plantas medicinais mais procuradas no momento para o tratamento da artrose, artrite, fibromialgia, dores nas costas, coluna e dores articulares em geral. Suas propriedades e aplicabilidade foram descobertas "ao longo de 30 anos de uso" por Mário Augusto de Souza. A primeira publicação das propriedades medicinais da Miconia albicans para o mundo foi feita em 2010 no blog Canela de Velho intitulado "Canela de Velho – O chá milagroso para dores nos joelhos, coluna e articulações (Artrose)". Porém, outras publicações foram feitas em 2009 no site 2RSocial e no Facebook.
“Em 2013, pesquisadores alemães usaram o método para tratar pacientes com dores musculares crônicas na região cervical, com bons resultados, porém os próprios autores sugeriram que mais estudos fossem feitos a respeito do método. Já em 2014, autores de Oxford pesquisaram artigos sobre o assunto e concluíram que existem poucas evidências científicas que comprovem a eficácia do método”, conta o ortopedista Sergio Mauricio.
O ioga é um tratamento razoável a experimentar a par da toma de medicação e auto tratamentos. Estudos realizados revelam que os doentes com problemas nas costas que participaram em 12 sessões semanais de ioga tinham menos dores do que os que fizeram exercícios terapêuticos e receberam formação nessa área. Alem disso, o alivio da dor, em comparação com o outro grupo, também era mais duradouro, durando mais 14 semanas.
Os principais fatores de risco que podem desencadear a lombalgia são, principalmente, torções musculares, ocasionadas por sobrecarga excessiva, ao levantar mais peso do que a pessoa consegue na academia, por exemplo, ao carregar muito peso, empurrando armários, enfim, atividades corriqueiras que causem sobrecarga nas articulações da coluna e das vértebras.
Por enquanto mais usada em ambiente acadêmico, também busca contornar quadros crônicos. Bobinas ou eletrodos são colocados na cabeça e, de acordo com a região-alvo e a intensidade das descargas elétricas ou magnéticas, modulam a massa cinzenta. A ideia é trabalhar com a liberação de neurotransmissores que trazem bem-estar e reorganizam o cérebro para quebrar os caminhos da dor.
“Estamos começando a trabalhar dentro das clínicas esportistas com esse teste de suor para atender a um tipo de atleta que não atendíamos antes”, explicou Fernanda Bigliazzi, nutricionistado GSSI. “Dependendo da intensidade, da duração, da temperatura e da umidade, temos perdas diferentes. Por isso fazemos diversas avaliações para entender como o corpo reage nessas situações, garantindo apoio de hidratação ao atleta em qualquer momento”, completou.
Conheça os principais usos da acupressão. Por mais que a técnica seja utilizada no tratamento de vários problemas de saúde, o uso mais comum é o do alívio de dores de dor de cabeça, dores no pescoço e dores nas costas. Muitas pessoas também utilizam a acupressão para controlar o enjoo, a fadiga, o estresse, a perda de peso e até mesmo alguns vícios. Acredita-se que a técnica ajude a reduzir a tensão muscular e promova um relaxamento profundo.[5] 

Idade: O primeiro ataque de dor lombar ocorre normalmente entre os 30 e 50 anos, e a dor nas costas se torna mais comum com o avançar da idade. Como as pessoas envelhecem, a perda de força dos ossos pela osteoporose pode levar a fraturas, e, ao mesmo tempo, diminuem a elasticidade e tônus muscular. Os discos intervertebrais começam a perder líquido e flexibilidade com a idade (degeneração discal), o que diminui sua capacidade de amortecer as vértebras. O risco de estenose espinhal também aumenta com a idade.

O Yantra Mat tem 44 cm por 75 cm e contém 8.820 pontos de contacto de acupressão calibrados para proporcionar uma pressão uniforme em todos os pontos. Pode deitar-se sobre o Yantra Mat de costas ou sobre a barriga, ou ainda colocar o tapete numa cadeira ou no sofá para se sentar – o que lhe permite controlar a quantidade de pressão que aplica. Como usar o Yantra Mat: COSTAS Os pontos de acupressão são acionados resultando num relaxamento dos musculos ao longo da coluna e da libertação das endorfinas. BARRIGA PARA BAIXO Os pontos de acupressão são acionados ao longo estômago, proporcionando uma boa digestão. Quando os músculos do estômago estão relaxados, os músculos respiratórios relaxam também para uma respiração mais profunda e melhoria da circulação. CABEÇA Deite-se cuidadosamente com o rosto sobre o tapete. Esta posição pode ajudar a soltar os movimentos do maxilar e pescoço. SENTADO Relaxamento dos músculos da região lombar e nádegas. Melhora a circulação nesta área.
Os nubs devem estimular os canais e canais de energia correspondentes por pressão. Diferentes pontos se situam nos meridianos com os quais, em cada caso, os órgãos individuais estão conectados. Através da energia de acupressão é trazida para o corpo, deixa-o fluir e sair novamente. Nos pontos de estímulo, a massagem serve para equilibrar o corpo. Através da massagem do ponto de estímulo, os poderes de auto-cura do corpo são ativados.
Temos um numeroso arsenal contra as dores nas costas, que vão afligir oito em cada dez pessoas pelo menos em um momento da vida, mas muitas vezes estamos errando o alvo ou pecando pelo excesso. É o que sugere um levantamento da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, englobando 23 918 consultas por causa de queixas desse tipo entre 1999 e 2010. Os pesquisadores concluíram que, ali, os médicos não seguem direito as recomendações para o manejo do problema, o que resulta em um abuso na prescrição de remédios, exames de imagem e até mesmo cirurgias.
A principal maneira de lidar com a dor nas costas é investigar, antes de mais nada, a sua causa. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar o equívoco de uma doença que possa ser evidenciada como causa da dor, mas que, na verdade, não tenha associação e, assim, agravar a condição do paciente ao ser tratado de forma inadequada. O tratamento deve ser multidisciplinar, envolvendo diferentes tipos de exames a serem realizados por diversos médicos, para só então iniciar um atendimento específico para aquele quadro.
Normalmente não são necessários testes específicos para se diagnosticar dor nas costas. O médico pode examinar o paciente e verificar se há alguma irregularidade com a coluna. Caso haja suspeita de alguma doença mais grave, exames de sangue e urina podem ser necessários para comprovar se há ou não algum outro fator que cause a doença (como infecções).
Lin Tchie Yeng – Prescrever apenas analgésicos não é o suficiente. O tratamento clássico envolve antidepressivos em doses menores do que as indicadas para a depressão, uma vez que os neurotransmissores da dor e da depressão no sistema nervoso são muito similares ou, às vezes, os mesmos. Quando se receitam esses medicamentos, os pacientes precisam ser informados de suas propriedades específicas para garantir a adesão ao tratamento.
Para a maioria das pessoas, nervo ciático dor é causada por uma hérnia de disco na traseira, o que significa que um disco na coluna vertebral, desenvolve-se uma ligeira quebrar ou rasgar. A hérnia de disco se destaca no canal espinhal, o que significa que altera a química mensagens que são enviadas através de nervos para os membros. Se um disco vertebral se projeta para fora em uma determinada área, pode “beliscar” o nervo ciático, que é um dos principais canais de comunicação entre a coluna e as pernas. O nervo ciático se conecta pequenos ramos de nervos que percorrem o canal vertebral, desde a pelve para baixo das pernas e nos tornozelos e pés. (9) Hérnia provoca sintomas colocando pressão sobre a coluna vertebral.
O nervo ciático se conecta com a medula espinhal através dos forames sacras posteriores e também da quinta vértebra lombar (L5). À medida que acompanhamos o nervo no sentido do quadril ao pé, esses ramos que saem da medula se unem e formam o nervo ciático que, quando chega na metade do fêmur, se divide em nervo tibial e nervo fibular comum que, por sua vez, vão se ramificando.
Na hérnia de disco – quando acontece esforço, o material nuclear é impelido para trás através das fibras do anel fibroso, nesse momento você não sente a dor. Mas durante a noite, por causa da maior embebição aquosa do núcleo e da elevação da pressão intradiscal as fibras se rompem. Horas depois a pessoa começa a sentir uma dor aguda e intensa com irradiação da dor para o membro inferior.

Realizar repouso pode ser crucial e necessário para realizarmos um bom trabalho de recuperação. O doente deve tentar descansar e relaxar ao máximo, o que nem sempre é possível, fundamentalmente nos casos em que existe muita dor e que continua mesmo na posição deitado. Na cama, o doente deve procurar a melhor posição para dormir, que é por norma em flexão dos joelhos (joelhos dobrados), no entanto, depende imenso da patologia subjacente.

Estar sentado à  secretária com os pés assentes no chão, deixa cair um lápis e inclina-se para o lado para o apanhar. Este é um movimento terrível para as suas costas, pois pressiona os discos que amortecem as suas vértebras. Aprender quais os movimentos a evitar poderá ajudá-lo a proteger as costas. Com efeito, análises recentes revelaram que os doentes com dores na região inferior das costas que aprendiam a abordar as dores nas costas e a protegê-las regressavam ao trabalho mais cedo do que aqueles que não eram educados nesse sentido. Vale a pena pedir ao médico materiais ou orientações relacionadas com os cuidados das costas.


Os exercícios devem ser leves, sem carga, progressivos e em pequena quantidade, mas idealmente realizados diariamente, obedecendo a uma sequência programada. Os movimentos não devem ser extenuantes. Deve-se alertar o doente que pode sentir um agravamento da intensidade das suas dores em curtos períodos, particularmente durante os primeiros dois meses de actividade física, mas que estes regridem e não devem ser razão para desistirem.
O destaque do Pilates no tratamento de dores na coluna se deve ao trabalho de fortalecimento de uma musculatura que é essencial para a proteção da coluna, composta por músculos estabilizadores. São eles: o transverso do abdômen e o multífido lombar. As primeiras aulas do Pilates devem ser voltadas para o aprendizado da contração correta destes músculos. Este treino pode ser realizado seguindo as etapas do modelo de exercícios de estabilização segmentar vertebral, desenvolvido por Richardson, Hodges e Hides (2011).
66 Bras J Rheumatol 2010;50(1):56-66Heymann et al.4. Annemans L, Wessely S, Spaepen E, Caekelbergh K, Caubère JP, Le Lay K et al. Health economic consequences related to the diagnosis of bromyalgia syndrome. Arthritis Rheum 2008; 58(3):895-902.5. Provenza JR, Pollak DF, Martinez JE, Paiva ES, Helfenstein M, Heymann R et al. Diretrizes da Fibromialgia - Sociedade Brasileira de Reumatologia, 2004. Disponível em: http://www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/052.pdf.6. Associação Médica Brasileira. Conselho Federal de Medicina. Projeto Diretrizes: introdução. Disponível em: www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/texto_introdutorio.pdf7. Axia.Bio Farmacoeconomia e pesquisa em saúde. Disponível em: www.axia.bio.br.8. Carville SF, Arendt-Nielsen S, Bliddal H, Blotman F, Branco JC, Buskila D et al. EULAR evidence-based recommendations for the management of bromyalgia syndrome. Ann Rheum Dis 2008; 67(4):536-41.9. Goldenberg DL, Burckhardt C, Crofford L. Management of bromyalgia syndrome. JAMA 2004; 292(19):2388-95. 10. O’Malley PG, Balden E, Tomkins G, Santoro J, Kroenke K, Jackson JL. Treatment of bromyalgia with antidepressants: a meta-analysis. J Gen Intern Med 2000; 15(9):659-66.11. Tofferi JK, Jackson JL, O’Malley PG. Treatment of bromyalgia with cyclobenzaprine: A meta-analysis. Arthritis Rheum 2004; 51(1):9-13.12. Furlan AD, Sandoval JA, Mailis-Gagnon A, Tunks E. Opioids for chronic noncancer pain: a meta-analysis of effectiveness and side effects. CMAJ 2006; 174(11):1589-94.13. Thomas E, Blotman F. Are antidepressants effective in bromyalgia? Joint Bone Spine 2002; 69(6):531-3.14. Jacobs JW, Geenen R. Are antidepressant drugs efcacious in the treatment of bromyalgia? West J Med 2001; 175(5):314.15. Mayhew E, Ernst E. Acupuncture for bromyalgia--a systematic review of randomized clinical trials. Rheumatology (Oxford) 2007; 46(5):801-4.16. Perrot S, Javier RM, Marty M, Le Jeunne C, Laroche F; CEDR (Cercle d’Étude de la Douleur en Rhumatologie France), French Rheumatological Society, Pain Study Section. Is there any evidence to support the use of anti-depressants in painful rheumatological conditions? Systematic review of pharmacological and clinical studies. Rheumatology (Oxford) 2008; 47(8):1117-23.17. Mannerkorpi K, Iversen. Physical exercise in bromyalgia and related syndromes. Best Pract Res Clin Rheumatol 2003; 17(4):629-47.18. Holdcraft LC, Asse N, Buchwald D. Complementary and alternative medicine in bromyalgia and related syndromes. Best Pract Res Clin Rheumatol 2003; 17(4):667-83.19. Jung AC, Staiger T, Sullivan M. The efcacy of selective serotonin reuptake inhibitors for the management of chronic pain. J Gen Intern Med 1997; 12(6):384-9.20. Sim J, Adams N. Systematic review of randomized controlled trials of nonpharmacological interventions for bromyalgia. Clin J Pain 2002; 18(5):324-36.21. Mannerkorpi K, Henriksson C. Non-pharmacological treatment of chronic widespread musculoskeletal pain. Best Pract Res Clin Rheumatol 2007; 21(3):513-34.22. Crofford LJ.Pain management in bromyalgia. Curr Opin Rheum 2008; 20(3);246-250.23. Busch AJ, Barber KA, Overend TJ, Peloso PMJ, Schachter CL. Exercise for treating bromyalgia syndrome. Cochrane Database of Systematic Reviews 2007, Issue 4. Art. No.: CD003786. DOI: 10.1002/14651858.CD003786.pub2.24. University of Texas, School of Nursing, Family Nurse Practitioner Program. Fibromyalgia treatment guideline. Austin (TX): University of Texas, School of Nursing; 2005. 13 p.25. Buckhardt CS, Goldenberg D, Crofford L, Gerwin R, Gowans S, Kugel P et al. Guideline for the management of bromyalgia syndrome pain in adults and children. APS Clinical Practice Guidelines Series, No 4. Glenview, IL: American Pain Society; 2005.26. Institute for Clinical Systems Improvement (ICSI). Assessment and management of chronic pain. Bloomington (MN): Institute for Clinical Systems Improvement (ICSI); 2007. 87 p.27. Development and validation of an international appraisal instrument for assessing the quality of clinical practice guidelines: the AGREE project. Qual. Saf. Health Care 2003; 12;18-23.
As dores nas costas raramente são muito graves e se resolvem quase sempre após alguns dias mediante o uso de medicamentos ou outros tratamentos. É importante diferenciar a dor nas costas da hérnia de disco, que é uma doença específica que surge quando os elementos moles da coluna (discos vertebrais, nervos) são pressionados por má postura, sobrecarga, fraqueza muscular, etc.

As pessoas que podem ser ensinadas a se treinar para reagir de uma maneira diferente à dor podem sofrer menos dor percebida. A TCC pode usar técnicas de relaxamento, bem como estratégias para manter uma atitude positiva. Estudos descobriram que os pacientes com CBT tendem a se tornar mais ativos e fazer exercício, resultando em um menor risco de recorrência de dor nas costas.


Quanto tempo faz nervo ciático dor passada? Normalmente dura cerca de seis semanas, embora as pessoas podem experimentar dor crônica nos membros, se o problema não for resolvido. A dor também pode ir longe em sua própria e re-emergir novamente, apenas quando você pensa que você tem a situação sob controle. Se o nervo ciático dor é crônica, porque a dor é muitas vezes tão forte e perceptível, a maioria das pessoas vê um médico para uma solução muito rapidamente, em vez de permitir que a dor a ficar.

O nervo ciático se conecta com a medula espinhal através dos forames sacras posteriores e também da quinta vértebra lombar (L5). À medida que acompanhamos o nervo no sentido do quadril ao pé, esses ramos que saem da medula se unem e formam o nervo ciático que, quando chega na metade do fêmur, se divide em nervo tibial e nervo fibular comum que, por sua vez, vão se ramificando.
Assim, se está tomando comprimidos de Paracetamol ou Tylenol, por exemplo, se achar que não está sendo suficiente porque não alivia a dor, poderá passar uma pomada anti-inflamatória no local da dor, antes de pensar em tomar outro comprimido, por que assim evita-se os efeitos colaterais que os remédios podem causar no fígado. Se achar que o remédio e a pomada não estão tendo o efeito esperado deve voltar ao médico para que ele possa indicar e aplicar a injeção. 
Os remédios indicados para combater a dor ciática podem ser o Paracetamol, Ibuprofeno, ou os mais fortes, derivados da morfina como o Tramadol,  mas um relaxante muscular e o Diazepan também podem ser indicados pelo ortopedista. Mas uma forma mais natural de combater a dor é tomar o complexo de vitamina B, já que esta melhora a saúde dos nervos do corpo.
A eletroneuromiografia é um exame minimamente invasivo, usado principalmente para confirmar suspeita de radiculopatia lombar, ou seja, dor na coluna lombar devido à compressão de nervos periféricos ou hérnia de disco. Os procedimentos do eletrodiagnóstico incluem a eletroneuromiografia e estudos de potencial evocado. A eletroneuromiografia avalia a atividade elétrica do músculo, e pode detectar se a fraqueza muscular resulta de um problema com os nervos que controlam os músculos. Agulhas muito finas são inseridas nos músculos para medir a atividade elétrica transmitida a partir do cérebro ou da medula espinhal de uma área particular do corpo, e testes de condução nervosa motora e sensitiva também são realizados para se avaliar a integridade do sistema nervoso periférico.
Há estudos demonstrando a eficiência de pilates, treinamento funcional, musculação convencional, ioga, caminhada, entre outros, no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Parece que o principal determinante dos resultados é como os exercícios são prescritos e supervisionados. Além das informações decorrentes de relatórios dos profissionais de saúde que acompanharam as fases iniciais do problema, dos laudos dos exames de imagem e da avaliação física inicial, antes da prescrição de exercícios propriamente dita, é fundamental compreender como se sente um indivíduo recém-chegado de um tratamento de quadro agudo ou crônico de dor na coluna vertebral: inseguro sobre suas possibilidades de movimento, com muito medo de novas crises e, no caso de praticantes regulares de atividade física, ansioso para treinar. Respeitar esse momento de retorno, atentar para as particularidades de cada caso e progredir de acordo com as respostas aos exercícios aumenta bastante a chance de sucesso.

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