Temos um numeroso arsenal contra as dores nas costas, que vão afligir oito em cada dez pessoas pelo menos em um momento da vida, mas muitas vezes estamos errando o alvo ou pecando pelo excesso. É o que sugere um levantamento da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, englobando 23 918 consultas por causa de queixas desse tipo entre 1999 e 2010. Os pesquisadores concluíram que, ali, os médicos não seguem direito as recomendações para o manejo do problema, o que resulta em um abuso na prescrição de remédios, exames de imagem e até mesmo cirurgias.
Pedras nos rins (cálculos renais ou nefrolitíase) podem causar dor aguda nas costas, geralmente em um lado apenas. Os cálculos renais podem ocorrer quando os resíduos no sangue formam cristais sólidos, e estes se acumulam dentro dos rins. Não beber líquidos suficientes, tomar alguns tipos de medicamentos ou ter uma condição médica que aumente os níveis de certas substâncias na urina pode fazer com que isso aconteça.
Ao comentar com a imprensa, nesta terça-feira, 12 de março, o trabalho que começou a fazer com Matt Killen, coach de putts de Justin Thomas, entre outros, Tiger Woods (foto) explicou que seus problemas no pescoço são em parte reflexos da fusão lombar (Anterior Lumbar Interbody Fusion), a quarta e última cirurgia por que passou nas costas, que basicamente consistiu em resolver um problema crônico de uma hérnia de disco entre a lombar e o sacro (L5/S1), unindo-as com uma prótese aparafusada em cada uma das duas vértebras. E, para Woods, foram as dores no  pescoço que o contribuíram para ele ter um desempenho ruim nos greens nos dois últimos torneios que disputou.
“Em 2013, pesquisadores alemães usaram o método para tratar pacientes com dores musculares crônicas na região cervical, com bons resultados, porém os próprios autores sugeriram que mais estudos fossem feitos a respeito do método. Já em 2014, autores de Oxford pesquisaram artigos sobre o assunto e concluíram que existem poucas evidências científicas que comprovem a eficácia do método”, conta o ortopedista Sergio Mauricio.
The De Lee’s plan assessed before treatment showed no difference between the groups, and the fetal station for most of the parturients was at -3 cm, except two women in TG and two in CG, with a value of -2 cm. The number of contractions reported by the participants during treatment was different between the groups, with a higher mean for CG, particularly when compared with those in the TG. When the medians were analyzed, SP6G and CG had seven contractions each versus six contractions in the TG.
Os principais fatores de risco que podem desencadear a lombalgia são, principalmente, torções musculares, ocasionadas por sobrecarga excessiva, ao levantar mais peso do que a pessoa consegue na academia, por exemplo, ao carregar muito peso, empurrando armários, enfim, atividades corriqueiras que causem sobrecarga nas articulações da coluna e das vértebras.

É aconselhável que um indivíduo com dor nas costas deve ter uma dieta equilibrada. O leite, o suco, os brotos e as frutas devem ser tomados regularmente todos os dias. Vegetais cozidos no vapor como couve-flor, cenouras, tomates, espinafre e repolho também devem encontrar um lugar na sua tabela de alimentos. Os alimentos picantes, oleosos e pesados, bem como chá, café, pratos doces e coalhada, devem ser eliminados assim que você começar a sofrer de dor nas costas.
O objetivo da primeira consulta é entender a condição atual de saúde com o máximo de detalhes possível. Será discutido o histórico de saúde e irá se realizar uma avaliação física se necessário. Em alguns casos, será requisitado exames adicionais entre a primeira e a segunda consulta. O tratamento inicial e desenvolvimento do plano de tratamento são discutidos nesta sessão. A primeira consulta dura em torno de uma hora.

Com tantos fatores influenciando na coluna, é necessário um cuidado com a saúde. A prática regular de exercícios físicos pode prevenir e tratar alguns problemas de coluna, evitando a dor nas costas. Além disso, deve-se controlar os hábitos posturais diariamente, principalmente no trabalho; alimentar-se bem e controlar o peso. Lembrando que é imprescindível o acompanhamento médico e fisioterapêutico para manutenção da saúde, com seguimento se uma patologia, como a hérnia de disco, já estiver instalada. Existem diversos tratamentos que já demonstraram excelentes resultados.
A osteopatia age na origem da dor para tratar o problema, que pode começar bem longe da coluna. "Incômodos nos pés, ombros e joelhos podem provocar alterações na estrutura corporal, causando as dores nas costas. O tratamento osteopático consiste em uma técnica manual capaz de proporcionar alívio para dores na região lombar, hérnias de disco e desvios posturais", explica o osteopata Gabriel Boal. Ele diz que o alívio costuma surgir nas primeiras aplicações, mas somente uma análise individual pode determinar o número de sessões.
Aliviar as dores de cabeça... Sonho de 10 entre 10 pessoas que vivem com enxaquecas. E, você sabia que isso pode ser mais simples e real do que se imagina? Além de seguir uma alimentação equilibrada e natural junto com hábitos de vida saudáveis e relaxantes, existem diversas massagens especiais que prometem dar fim a esses problemas, tão decorrentes e corriqueiros no dia a dia das pessoas. Cientificamente estudada, a acupressão é uma técnica eficaz que suaviza os incômodos de forma rápida, leve e, a longo prazo, permanente.
Enquanto muitas pessoas se voltam para redução de dor medicamentos ou mesmo cirurgia para corrigir o problema, estudos de ter realmente encontrado que menos invasiva opções de tratamento — como quiropraxia espinhal ajustes — pode ser tão eficaz para a cura do nervo ciático dor. Na verdade, um estudo de 2010 publicado no Diário da Manipulação Fisiológica Therapies descobriu que quase 60 por cento dos pacientes com dor ciática que deixou de outros tratamentos médicos beneficiou de manipulação espinhal tão bem como se tivessem sido submetidos a intervenção cirúrgica! (1)
A dor pode instalar-se de forma gradual (vai doendo cada vez mais) ou, então, pode surgir de forma súbita (“repentina” ou “de repente”), sendo que este facto e a intensidade da dor não estão, por norma, diretamente relacionados com a gravidade do problema. A dor nas costas é um sintoma que deverá ser sempre avaliado pelo médico. Se a dor nas costas for muito forte ou se houver outros sintomas como febre, arrepios, perda de peso, dificuldade em respirar, problemas em se movimentar, entre outros sinais e sintomas a valorizar, deverá procurar um médico com urgência.

The average labor duration was significantly different between the SP6 acupressure group [221.5 min (SD = 162.4)] versus placebo [397.9 min (SD = 265.6)] and versus control [381.9 min (SD = 358.3)] (p = 0.0047); however, the groups were similar regarding the cesarean section rates (p = 0.2526) and Apgar scores in the first minute (p = 0.9542) and the fifth minute (p = 0.7218) of life of the neonate.


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Nos casos de lesão crônica na região da coluna, o radiologista observa que exercícios físicos funcionais, como fortalecimento da musculatura nas regiões lombar e abdominal podem diminuir as dores. “Pode ser importante, desde que não envolva impactos ou sobrepesos. Os que podem ajudar são musculação, pilates, RPG, entre outros. Se a atividade for mal escolhida, você apenas aumentaria o problema”, alerta.
Lin Tchie Yeng – Normalmente, a dor da fibromialgia aparece num ponto determinado. A pessoa se queixa, por exemplo, de dor no braço e o médico suspeita de tendinite ou LER (lesões por esforços repetitivos). No outro dia, ela reaparece no ombro ou nas regiões lombar e cervical. É uma dor migratória que, na ausência de diagnóstico e tratamento adequado, pode espalhar-se por todo o corpo.
Na hérnia de disco – quando acontece esforço, o material nuclear é impelido para trás através das fibras do anel fibroso, nesse momento você não sente a dor. Mas durante a noite, por causa da maior embebição aquosa do núcleo e da elevação da pressão intradiscal as fibras se rompem. Horas depois a pessoa começa a sentir uma dor aguda e intensa com irradiação da dor para o membro inferior.
5 – Estimular a manutenção da neutralidade da coluna vertebral; porém, na impossibilidade de mantê-la através da própria consciência corporal, o profissional responsável pode “fabricar” as curvaturas fisiológicas da coluna com adaptações posicionais (ex: executar um exercício para membros superiores na posição de joelhos, facilitando a lordose lombar) ou implementos externos (ex: incluir um rolo de espuma entre o encosto vertical e a região lombar durante a execução do “Leg-Press”).

Curiosamente, apesar da riqueza de sintomas, não há alterações detectáveis nos exames laboratoriais nem nos exames de imagem, como radiografias, ultrassonografia, tomografias, etc. Além da dor, mais nada é detectado através do exame físico do paciente com fibromialgia. Biópsias realizadas nos músculos, tendões e ligamentos nada revelam, não há sinais de inflamação, não há lesões e muito menos alterações estruturais.
A anamnese (levantamento da história clínica do paciente) e o exame físico para identificar as raízes nervosas comprometidas são elementos de importância reconhecida para o diagnóstico da ciatalgia. Conforme o caso, exames de imagem como raios X, tomografia computadorizada e ressonância magnética podem fornecer dados que ajudam a confirmar o diagnóstico e a instituir o tratamento.
A fibromialgia, na medicina moderna, é qualificada como uma síndrome ou transtorno de dor crônica, na qual a pessoa sente dores por todo o corpo. Esssas dores estão mais evidenciadas nas articulações, nos músculos, tendões, em outros tecidos moles. Causando fadiga, sonolência, indisposição, dores de cabeça, depressão e ansiedade. A fibromialgia ainda não tem cura.
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É muito comum que pacientes dessa síndrome demorem a descobrir a doença. Também é comum perceberem que as pessoas e até mesmo alguns profissionais de saúde não acreditam nas dores existentes. Isso acontece porque a fibromialgia não gera uma lesão dos tecidos, ou seja, não há inflamação ou degeneração. Seus sintomas só podem ser vistos em exames muito específicos.
“Me sentia inchada, indisposta, com fadiga e a pele do meu rosto estava com um aspecto estranho. Comecei a ler sobre o uso do anticoncepcional. Lia artigos do Brasil e de outros países e percebi o quão ruim podia ser a pílula. Pela minha pesquisa entendi que em longo prazo pode ser algo destrutivo. Depois que parei minha vida só me anlhorou, minha pele está melhor, meu cabelo não cai mais e me sinto mais disposta. Até a oleosidade da pele do rosto melhorou. Tenho relações sexuais com preservativo e está funcionando. Parar de tomar anticoncepcional dá uma sensação de liberdade.” 

O aneurisma da aorta é uma patologia grave e que pode também causar dor nas costas. Um aneurisma é a dilatação de um vaso sanguíneo (de uma artéria ou veia). O aneurisma da aorta abdominal é o aneurisma mais comum. A rotura do aneurisma é uma das principais e perigosas complicações, que pode matar em pouco tempo se não diagnosticada e tratada adequadamente. Uma dor forte nas costas ou no abdómen (na barriga), frequentemente associado a uma baixa pressão arterial (hipotensão) e perda súbita da consciência pode ser um indicador de rotura do aneurisma, devendo o doente dirigir-se imediatamente a um serviço de urgência.
Lin Tchie Yeng – Alguns trabalhos mostram que o mais importante nessa doença é fazer o diagnóstico. Saber o que tem deixa a pessoa mais tranquila, pois é complicado sentir dores sem nenhuma causa aparente. Como a mídia tem tratado frequentemente do assunto, alguns pacientes se diagnosticam corretamente antes de ir ao médico. Todavia, eles precisam saber que têm uma disfunção de regulação da dor provocada por distúrbios físicos e psicológicos, e precisam aprender a lidar com ela visando à melhora de sua qualidade de vida. Precisam conhecer a proposta de tratamento que inclui medicação e atendimento psicológico e emocional.
A Lombalgia mecânica persistente pode exigir estudos de imagem adicionais, inclusive tomografia computadorizada, discografia, e varredura óssea trifásica. A sensibilidade refere-se à capacidade do teste ou estudo de mostrar que um distúrbio está presente. Especificidade refere-se à capacidade do teste ou estudo para determinar um distúrbio específico. Quanto maior o número [0 a 1], mais sensível ou específico será o teste ou estudo.
66 Bras J Rheumatol 2010;50(1):56-66Heymann et al.4. Annemans L, Wessely S, Spaepen E, Caekelbergh K, Caubère JP, Le Lay K et al. Health economic consequences related to the diagnosis of bromyalgia syndrome. Arthritis Rheum 2008; 58(3):895-902.5. Provenza JR, Pollak DF, Martinez JE, Paiva ES, Helfenstein M, Heymann R et al. Diretrizes da Fibromialgia - Sociedade Brasileira de Reumatologia, 2004. Disponível em: http://www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/052.pdf.6. Associação Médica Brasileira. Conselho Federal de Medicina. Projeto Diretrizes: introdução. Disponível em: www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/texto_introdutorio.pdf7. Axia.Bio Farmacoeconomia e pesquisa em saúde. Disponível em: www.axia.bio.br.8. Carville SF, Arendt-Nielsen S, Bliddal H, Blotman F, Branco JC, Buskila D et al. EULAR evidence-based recommendations for the management of bromyalgia syndrome. Ann Rheum Dis 2008; 67(4):536-41.9. Goldenberg DL, Burckhardt C, Crofford L. Management of bromyalgia syndrome. JAMA 2004; 292(19):2388-95. 10. O’Malley PG, Balden E, Tomkins G, Santoro J, Kroenke K, Jackson JL. Treatment of bromyalgia with antidepressants: a meta-analysis. J Gen Intern Med 2000; 15(9):659-66.11. Tofferi JK, Jackson JL, O’Malley PG. Treatment of bromyalgia with cyclobenzaprine: A meta-analysis. Arthritis Rheum 2004; 51(1):9-13.12. Furlan AD, Sandoval JA, Mailis-Gagnon A, Tunks E. Opioids for chronic noncancer pain: a meta-analysis of effectiveness and side effects. CMAJ 2006; 174(11):1589-94.13. Thomas E, Blotman F. Are antidepressants effective in bromyalgia? Joint Bone Spine 2002; 69(6):531-3.14. Jacobs JW, Geenen R. Are antidepressant drugs efcacious in the treatment of bromyalgia? West J Med 2001; 175(5):314.15. Mayhew E, Ernst E. Acupuncture for bromyalgia--a systematic review of randomized clinical trials. Rheumatology (Oxford) 2007; 46(5):801-4.16. Perrot S, Javier RM, Marty M, Le Jeunne C, Laroche F; CEDR (Cercle d’Étude de la Douleur en Rhumatologie France), French Rheumatological Society, Pain Study Section. Is there any evidence to support the use of anti-depressants in painful rheumatological conditions? Systematic review of pharmacological and clinical studies. Rheumatology (Oxford) 2008; 47(8):1117-23.17. Mannerkorpi K, Iversen. Physical exercise in bromyalgia and related syndromes. Best Pract Res Clin Rheumatol 2003; 17(4):629-47.18. Holdcraft LC, Asse N, Buchwald D. Complementary and alternative medicine in bromyalgia and related syndromes. Best Pract Res Clin Rheumatol 2003; 17(4):667-83.19. Jung AC, Staiger T, Sullivan M. The efcacy of selective serotonin reuptake inhibitors for the management of chronic pain. J Gen Intern Med 1997; 12(6):384-9.20. Sim J, Adams N. Systematic review of randomized controlled trials of nonpharmacological interventions for bromyalgia. Clin J Pain 2002; 18(5):324-36.21. Mannerkorpi K, Henriksson C. Non-pharmacological treatment of chronic widespread musculoskeletal pain. Best Pract Res Clin Rheumatol 2007; 21(3):513-34.22. Crofford LJ.Pain management in bromyalgia. Curr Opin Rheum 2008; 20(3);246-250.23. Busch AJ, Barber KA, Overend TJ, Peloso PMJ, Schachter CL. Exercise for treating bromyalgia syndrome. Cochrane Database of Systematic Reviews 2007, Issue 4. Art. No.: CD003786. DOI: 10.1002/14651858.CD003786.pub2.24. University of Texas, School of Nursing, Family Nurse Practitioner Program. Fibromyalgia treatment guideline. Austin (TX): University of Texas, School of Nursing; 2005. 13 p.25. Buckhardt CS, Goldenberg D, Crofford L, Gerwin R, Gowans S, Kugel P et al. Guideline for the management of bromyalgia syndrome pain in adults and children. APS Clinical Practice Guidelines Series, No 4. Glenview, IL: American Pain Society; 2005.26. Institute for Clinical Systems Improvement (ICSI). Assessment and management of chronic pain. Bloomington (MN): Institute for Clinical Systems Improvement (ICSI); 2007. 87 p.27. Development and validation of an international appraisal instrument for assessing the quality of clinical practice guidelines: the AGREE project. Qual. Saf. Health Care 2003; 12;18-23.
Quando a lombalgia dura mais do que três meses, ou acomentendo mais as pernas do que as costas, um diagnóstico mais específico deverá ser feito. Existem várias causas comuns de lombalgia e dores nas pernas: para adultos abaixo de 50 anos, estas incluem hérnia de disco e moléstia degenerativa de disco; em adultos com mais de 50 anos, causas comuns também incluem osteoartrite e estenose espinhal. Todavia, alguns pesquisadores acreditam que 90% destas dores nas costas decorrem de uma síndrome de tensão nervosa e que são causadas por estresse emocional[4].
“Estamos começando a trabalhar dentro das clínicas esportistas com esse teste de suor para atender a um tipo de atleta que não atendíamos antes”, explicou Fernanda Bigliazzi, nutricionistado GSSI. “Dependendo da intensidade, da duração, da temperatura e da umidade, temos perdas diferentes. Por isso fazemos diversas avaliações para entender como o corpo reage nessas situações, garantindo apoio de hidratação ao atleta em qualquer momento”, completou.
Pode ser uma surpresa para a maioria dos golfistas que, devido às várias paradas e períodos de espera nas partidas, eles ficam em pé aproximadamente 70% do tempo ao jogar 18 buracos. Isso é considerado mais extenuante do que andar. Portanto, é o tempo que passa-se parado que cria cansaço nos pés e pernas. As palmilhas de golfe[4] reduzem este problema devido a pressão hidráulica que tem uma forte influência sobre o fornecimento de energia para os pés e as pernas. O baixo grau de cansaço resultará em uma maior concentração no jogo.
... Por meio do fortalecimento muscular nos membros inferiores proporcionado pelo método os pacientes ganham mais equilíbrio dinâmico e estático, já o fortalecimento do Power House desencadeia uma maior estabilidade lombar, sustentando a coluna lombar evitando possíveis lesões (LEE, et al., 2014 foi à soma das respostas afirmativas que podem variar de 0 a 24 pontos, o valor zero corresponde a pacientes sem queixas e o valor máximo aos doentes com limitações graves (JUNIOR et al., 2010). ...
Na consulta, deve descrever todos os sintomas e intensidade da dor. O médico especialista escutará a história do doente e em seguida realizará um exame físico para identificar as possíveis causas da dor. Em seguida, poderá, dependendo da avaliação, solicitar alguns exames de imagem para diagnosticar a causa da ciática, tais como Raio-X, Ressonância magnética ou TAC.
Com a atual vaga de frio, as costas de Paula Colaço Almeida ressentem-se. Os músculos retraem-se, surgem as contraturas musculares e a sensação de nós no pescoço. "As nossas casas não estão preparadas para baixas temperaturas", lamenta a guia-intérprete, de 55 anos, com quatro décadas de um historial clínico na zona lombar. Depois do trabalho, ao serão, fica-se pelo sofá da sala, enrolada na manta, com o aquecedor a óleo ligado e o gato Orson Welles aos pés - considera-o um amigo terapêutico que a acalma quando as dores se agravam. Ainda assim, não exclui a almofada de sementes aquecida no micro-ondas para relaxar os músculos.
Os sinais mais visíveis de quem possui essa síndrome são: dores generalizadas, espalhadas pelo corpo e articulações, podendo durar meses; fadiga e cansaço durante o dia; sono prejudicado, em alguns casos o paciente apresenta quadros de apneia ou insônia, problemas cognitivos e alteração da memória, transformando uma simples tarefa de atenção ou concentração em algo difícil de ser realizado. Segundo o reumatologista Dr. Thiago Bitar em alguns casos a fibromialgia pode desencadear um fenômeno vascular chamado Raynaud, que causa alteração da cor das mãos e dos pés quando em situações de estresse ou baixas temperaturas.

Lin Tchie Yeng – A dor é apenas um sintoma e é preciso descobrir suas possíveis causas. Se a pessoa se posiciona mal diante da escrivaninha ou do computador, usa travesseiros inadequados, ou dorme de mau jeito, pode sentir dores no pescoço ou nas costas que tendem a desaparecer quando eliminados os fatores desencadeantes. No entanto, se a dor não melhora ou melhora pouco, é recidivante e não responde de maneira satisfatória aos tratamentos convencionais, médico e paciente devem levantar a possibilidade de um caso de fibromialgia.


Há estudos demonstrando a eficiência de pilates, treinamento funcional, musculação convencional, ioga, caminhada, entre outros, no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Parece que o principal determinante dos resultados é como os exercícios são prescritos e supervisionados. Além das informações decorrentes de relatórios dos profissionais de saúde que acompanharam as fases iniciais do problema, dos laudos dos exames de imagem e da avaliação física inicial, antes da prescrição de exercícios propriamente dita, é fundamental compreender como se sente um indivíduo recém-chegado de um tratamento de quadro agudo ou crônico de dor na coluna vertebral: inseguro sobre suas possibilidades de movimento, com muito medo de novas crises e, no caso de praticantes regulares de atividade física, ansioso para treinar. Respeitar esse momento de retorno, atentar para as particularidades de cada caso e progredir de acordo com as respostas aos exercícios aumenta bastante a chance de sucesso.
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