Temos um numeroso arsenal contra as dores nas costas, que vão afligir oito em cada dez pessoas pelo menos em um momento da vida, mas muitas vezes estamos errando o alvo ou pecando pelo excesso. É o que sugere um levantamento da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, englobando 23 918 consultas por causa de queixas desse tipo entre 1999 e 2010. Os pesquisadores concluíram que, ali, os médicos não seguem direito as recomendações para o manejo do problema, o que resulta em um abuso na prescrição de remédios, exames de imagem e até mesmo cirurgias. 

Lin Tchie Yeng – Todos esses pacientes precisam ser avaliados individualmente. Entretanto, de maneira geral, os exercícios de relaxamento e alongamento são muito importantes, como é importante orientar a postura no trabalho, em repouso, nas atividades de lazer e o condicionamento físico para fortalecer o sistema cardiovascular. Carregar pesos costuma piorar a dor.
O médico radiologista especializado em ortopedia esportiva e chefe de diagnósticos no Hospital do Coração (HCor), Abdalla Skaf, comenta em entrevista ao programa Rota Saudável, da Rádio Estadão, sobre o tema. De acordo com o ele, a pessoa que sentir dor nas costas deve procurar um especialista imediatamente. “O profissional irá realizar um exame físico primeiramente. Se este não for suficiente para diagnosticar a real causa do problema, sugere-se uma série de testes complementares, como a radiografia, ou, em casos mais extremos, ressonâncias magnéticas e tomografias”, explica.
Em estudos recentes, realizados na Dinamarca, Finlândia e Irã, pesquisadores relacionaram a dor nas costas com a baixa resistência muscular da coluna. Os estudos sugerem que exercícios sejam feitos para o tronco, com mais repetições e menos carga. Isso inclui exercícios para as costas e abdominais, com a finalidade de fortalecer os músculos e aumentar sua resistência.
Os três grupos deste estudo foram homogêneos antes do tratamento designado para algumas variáveis que podem ser consideradas influentes na duração da primeira etapa do TP, que inclui: paridade, tempo de TP referido antes do tratamento, integridade das membranas amnióticas, dilatação cervical, número e a intensidade das contrações. No entanto, houve diferença no número de contrações referidas pelas participantes durante o tratamento, com a mediana de uma contração a menos no GT, e também na indução ou condução do TP. A necessidade de ocitocina foi maior entre as parturientes do grupo BP6 e GT; porém, para a indução com prostaglandina ou preparo do colo com balão cervical, não houve diferença significativa.

A dor nas costas é uma das queixas mais frequentes. Estima-se que entre 65% e 80% da população mundial desenvolvam a enfermidade em alguma fase das suas vidas; todavia, a dorsalgia não costuma ser incapacitante, e mais da metade dos que padecem dela costumam recuperar-se em até uma semana [1]. Crises agudas de dorsalgia ou uma das suas variantes, a lombalgia (que afecta a parte inferior das costas), são uma das principais causas de afastamento ao trabalho[2], algo que pode estar ligado a questões de postura.
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Os sintomas que cada pessoa irá apresentar podem ser bem diferentes, mas geralmente a dor ocorre com maior frequência de um só lado. Como é o caso de dores agudas em, apenas, uma parte da perna ou quadril e dormência em outras partes. Nesse caso, o lado afetado pode parecer mais fraco que o outro. Os sintomas mais comuns da dor ciática são: perda da sensibilidade ou redução dos reflexos da região atingida; diminuição da força muscular; formigamento ou sensação de queimação; dores irradiando da coluna lombar para a região posterior da coxa ou da perna; aumento de dores depois de ficar em pé ou sentar, ao tossir, espirrar ou rir; intensificação da dor com movimentos de elevação dos membros inferiores, etc. Em geral, os sintomas podem variar, entretanto, em qualquer caso tendem a piorar durante a noite e, comumente, a dor ciática pode estar associada à dor lombar. Os sintomas acometem indistintamente homens e mulheres, podendo aumentar com o envelhecimento, pois conforme a idade avança, as estruturas da coluna vertebral podem sofrer desgastes que acabam comprometendo a medula espinhal bem como as raízes que dão origem aos nervos.
Se um objeto lhe parecer demasiado pesado ou difícil de manejar, não o levante sozinho, peça ajuda. Escute a intuição do seu corpo sobre aquilo que deve e não deve levantar. Por vezes quando está prestes a levantar um objeto pesado, pode ocorrer-lhe um pensamento passageiro de que as suas costas são demasiado fracas. Siga esse palpite. Como indicação geral, se já teve dores nas costas, nunca deve levantar nada com mais de 18 quilos.

O problema com o nervo ciático ocorre quando alguma pressão ou lesão o afeta. Esse dano ao ciático pode ocorrer dentro do canal espinhal – entre as vértebras por onde passa a medula espinhal – ou em outros pontos de seu percurso. E, uma vez inflamado por algum tipo de compressão externa ou outros fatores, surge a famosa dor ciática que apresenta uma série de sintomas.
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