O processo natural de envelhecimento é uma inevitabilidade e muito associado à dor de costas, sendo um importante fator de risco em algumas patologias. O excesso de peso (obesidade), muitas vezes associado a maus hábitos alimentares provoca uma maior pressão sobe a coluna. O sedentarismo e ausência de exercício físico, não só podem agravar o problema do excesso de peso, como não permitem ter músculos que permitam sustentar a coluna de uma forma adequada, podendo desencadear crises. As posturas incorretas, seja de pé sentado ou deitado, são também um dos fatores que podem desencadear o problema. Uma postura correta é determinante para prevenir a dor nas costas. O tabagismo (fumar) também aumenta o risco de vir a padecer de dor nas costas. Veja mais informação em prevenção.
Two other RCTs 15 , 18 assessed the effects of acupressure on the LI4 and SP6 points compared with a third group of pregnant women without intervention; however, these trials did not clarify the use of uterotonics. A study by Salehian et al 18 showed reduced labor time in SP6 patients and LI4 patients compared with control patients (p = 0.001). Similarly, Kim et al 15 showed a 127.9 min and 149.6 min reduction in labor time for SP6 patients and LI4 patients, respectively, compared with control patients. No significant difference was observed between SP6 and LI4 patients.
Se tem muitas dores e mal consegue mexer-se, um relaxante muscular poderá ser bastante benéfico. Estes medicamentos atuam suprimindo a atividade nervosa ao nível do cérebro e da medula espinal. Podem ser administrados sozinhos ou em combinação com anti-inflamatórios não sujeitos a receita médica. Tome-os de preferência ao deitar, pois podem provocar sonolência. Também podem criar habituação. São mais eficazes quando administrados durante a primeira semana de dores nas costas.
Existe, também, a dor nas costas apenas muscular, de tratamento mais simples. Muitas vezes cede apenas com massagem. Por isso é comum ouvir que algum amigo foi em um “bom massagista” que tirou sua dor nas costas com massagem. Se a dor nas costas for causada apenas por dor muscular a massagem resolverá, mas quando existe algum dos fatores acima descritos será necessário o tratamento adequado.

É importante saber que, se por um lado a fibromialgia não é uma doença que acarrete risco de morte ou cause deformidades, por outro, os sintomas podem ser incapacitantes, determinado uma péssima qualidade de vida ao paciente. Pacientes com fibromialgia costumam ter uma qualidade de vida muito ruim se não tiverem o diagnóstico estabelecido e não estiverem sob tratamento.


Estimulação da medula espinhal de alta frequência é “mais eficaz para dor crônica “. De acordo com um estudo publicado na revista Anesthesiology, uma nova forma de terapia de estimulação da medula espinhal de alta freqüência tem a capacidade de proporcionar alívio da dor mais efetivo sem efeitos colaterais indesejados. O exercício de controle de motor pode ajudar a reduzir a dor nas costas. Os exercícios direcionados aos músculos que suportam e controlam a coluna podem ajudar a reduzir a dor e a incapacidade causada pela dor lombar, diz a pesquisa publicada na Revista Cochrane.
ARTIGO ORIGINAL56 Rev Bras Reumatol 2010;50(1):56-66Recebido em 06/10/2009. Aprovado, após revisão, em 24/11/2009. Roberto Ezequiel Heymann e Eduardo dos Santos Paiva declaram ter recebido honorários da Lilly, Janssen-Cilag, Boehringer, Apsen e Pfizer para palestras e consultoria; Milton Helfenstein Junior recebeu honorários da Pfizer e Merck Sharp para palestras e consultoria; Daniel Feldman Pollak recebeu honorários da Lilly, Pfizer e Merck Sharp; José Eduardo Martinez recebeu honorários da Sanofi Aventis para palestras e da Pfizer para palestras e consultoria; José Roberto Provenza recebeu honorários dos laboratórios Roche, Bristol, Ache e Pfizer para participar de pesquisas clínicas com novos fármacos na PUC-Campinas; Marcelo Cruz Rezende declara ter recebido honorários da Lilly-Boehringer para a participação em simpósios e da Pfizer para ser palestrante e participar de simpósios; Valério Valim Cristo declara recebimento de honorários por apresentação, conferência ou palestra pela Roche, além de financiamento para a realização de pesquisa, organização de atividade de ensino ou comparecimento a simpósios pela Lilly, Genzyme, Schering-Plough. Os demais autores declararam não haver conflitos de interesse.1. Coordenador do Ambulatório de Fibromialgia da UNIFESP e assistente doutor da Disciplina de Reumatologia da UNIFESP2. Professor Assistente da Disciplina de Reumatologia, UFPR. Chefe do ambulatório de fibromialgia do HC-UFPR3. Assistente doutor da Disciplina de Reumatologia da UNIFESP4. Professor Adjunto da Disciplina de Reumatologia da UNIFESP e chefe do Setor de reumatismos de partes moles da UNIFESP5. Professor titular do Departamento de Medicina da PUC-SP, doutor em Reumatologia pela UNIFESP e diretor da Faculdade de Medicina da PUC-SP6. Professor titular de Reumatologia da PUC-Campinas e chefe do Serviço de Reumatologia do Hospital Universitário da PUC-Campinas7. Professora orientadora da pós-graduação da Faculdade de Ciências da Saúde da UnB e chefe do centro de ambulatórios do Hospital Universitário de Brasília8. Membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia9. Mestre em Medicina pelo Instituto de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Belo Horizonte, coordenador do Programa de Residência Médica em Reumatologia e do Ambulatório de Fibromialgia da Santa Casa de Belo Horizonte10. Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, biênio 2007-200811. Professora colaboradora da Faculdade de Medicina da USP, assistente doutora do Serviço de Reumatologia e responsável pelo ambulatório de Fibromialgia do Serviço de Reumatologia do HC-FMUSP12. Responsável pelo Setor de Reumatologia e Preceptor do programa de Residência em Clínica Médica da Santa Casa de Campo Grande. Ex-presidente da Sociedade de Reumatologia do Mato Grosso do Sul13. Professor assistente de Reumatologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e mestre em Clínica Médica pela UFGRS14. Reumatologista com especialização em Medicina Esportiva do setor de reabilitação, procedimentos e coluna vertebral pela UNIFESP15. Ex-fellow da Universidade da Virgínia (EUA), mestre em Educação e Ciência e professora da UNISUL16. Professora adjunto do Departamento de Clínica Médica, chefe do ambulatório de fibromialgia e chefe do serviço de Reumatologia do Hospital Universi-tário da Universidade Federal do Espírito Santo17. Doutora em Reumatologia pela UNIFESP, membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia e da Sociedade Brasileira de Clínica Médica18. Membro da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor19. Presidente da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação, professora colaboradora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e doutora em Medicina pela FMUSP20. Membro da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação21. Professor titular de Neurologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), coordenador do Departamento de Dor da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) e do Subcomitê de Dor da European Neurological Society (ENS). Membro da Peripheral Nerve Society22. Doutor em Ortopedia e Traumatologia pela Faculdade de Medicina da USP, médico Assistente do Grupo de Mão e professor colaborador da FMUSP23. Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia24. Membro da Consultoria Axia.Bio farmacoeconomia e pesquisa em saúde25. Diretor executivo do Núcleo de Gestão de Pesquisas da UNIFESP, mestre em Ciências pela UNIFESP e sócio-pesquisador da Axia.BioEndereço para correspondência: Roberto Ezequiel Heymann. Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 2466, conj 93-94. São Paulo - SP - CEP 01402-000Consenso brasileiro do tratamento da bromialgiaRoberto Ezequiel Heymann1, Eduardo dos Santos Paiva2, Milton Helfenstein Junior3, Daniel Feldman Pollak4, José Eduardo Martinez5, José Roberto Provenza6, Ana Patrícia Paula6, Antonio Carlos Althoff8, Eduardo José do R. e Souza9, Fernando Neubarth10, Lais Verderame Lage11, Marcelo Cruz Rezende12, Marcos Renato de Assis8, Maria Lucia Lemos Lopes13, Fabio Jennings14, Rejane Leal C. da Costa Araújo15, Valéria Valim Cristo16, Evelin Diana Goldenberg Costa17, Helena Hideko S. Kaziyama18, Lin Tchia Yeng18, Marta Iamamura19, Thais Rodrigues Pato Saron20, Osvaldo J. M. Nascimento21, Luiz Koiti Kimura22, Vilnei Mattioli Leite23, Juliano Oliveira24, Gabriela Tannus Branco de Araújo24, Marcelo Cunio Machado Fonseca25
"Em 2016 fiz um exame preventivo de rotina e apareceu uma alteração. Era uma lesão pré-cancerígena no colo do útero. Fiz uma pequena cirurgia para retirar e segui fazendo o acompanhamento. Depois desse susto li bastante sobre o câncer de colo de útero e sobre os possíveis efeitos negativos do anticoncepcional. Em 2016 comecei a correr para perder peso, mas não tive muito sucesso. Em 2017 peguei firme na corrida e na reeducação alimentar, aí funcionou. Em maio do mesmo ano decidi parar com a pílula e conversei com a minha ginecologista, que apoiou. Comecei a sentir as primeiras diferenças no humor, melhorei demais nesse quesito. Minha disposição aumentou, me sinto com mais energia. Meu fluxo menstrual mudou também, sem a pílula ficou mais intenso. Mas a pílula tinha tanto hormônio que o meu fluxo só começou a aumentar depois de sete meses. Acho que, além de preservar meu corpo da carga hormonal, ter parado contribuiu para o processo de emagrecimento. Para prevenir a gravidez eu e meu namorado começamos a usar preservativo e nunca tivemos problemas. Mas devo colocar o DIU em breve.”
Essa doença é mais comum entre as mulheres, mas todos os sexos e diversas faixas etária podem ser atingidos. Ela também pode ser adquirida geneticamente e caso exista algum caso em sua família basta procurar um médico especialista. A blogueira Mirian Assis que possui a síndrome, relata como foi sua descoberta: "Tenho 39 anos e era bem ativa até quatro anos atrás, quando comecei a sentir dores no peito, tonturas, picos de pressão e desmaios, indo parar no posto de saúde. Procurei ortopedistas, neurologistas e cardiologistas, sempre fazendo exames que não davam em nada. Eu só piorava, até fui encaminhada para um reumatologista. Recebi então o diagnóstico de fibromialgia, síndrome que me causa muita dor, depressão e outros sintomas".
Se a região do core contém grupos musculares tão distintos e com ações diferentes, o treinamento também deveria ser diversificado. Uma proposta coerente deveria incluir estímulos específicos para desenvolver controle motor nos músculos locais (mais profundos) e estímulos para desenvolver as diferentes manifestações da força nos músculos globais (mais superficiais). É importante lembrar que, para a maioria dos movimentos, os músculos não atuam de forma exclusiva. Dessa forma, tanto a musculatura local quanto a global trabalham em sinergia. Para garantir que os músculos que compõem a região do core continuem eficientes, tanto para proteção da coluna vertebral quanto para as capacidades funcional e esportiva, torna-se absolutamente indispensável a progressão em relação ao tipo de exercício, volume, intensidade, planos de execução e velocidade. A decisão sobre o momento certo de incrementar intensidade sem expor a estrutura ao dano deve se basear em critérios definidos pela literatura e na velocidade da resposta do praticante.
Acupressura, acupunctura e as técnicas relacionadas Do-in, acupressura G-Jo, Shiatsu e Mioterapia, praticadas na Ásia durante milhares de anos, começaram a ganhar maior aceitação no Ocidente mais recentemente. A medicina tradicional asiática enfatiza a responsabilidade pessoal de alguém pela saúde do outro. Esse software foi criado para colocar o alívio de desconfortos e sintomas comuns ou mais simples em suas próprias mãos.
O reforço muscular ativo e o treino cardiovascular, através de exercícios são igualmente importantes para uma melhor recuperação e permitir a prevenção de futuros episódios. Pratique exercício, combinando treino cardiovascular (fazer caminhadas, andar de bicicleta, etc.), permitindo um reforço da musculatura postural e alongamentos (Pilates, Yoga, core strengthening);
Participants were allocated using a selection list of random numbers and divided into three groups: acupressure group (SP6G); touch group (TG), the placebo; and control group (CG). The study used a double-blind method; neither the pregnant women in SP6G and TG nor the professionals who provided assistance in the obstetric unit knew which group each participant belonged to. For CG, there was no possibility of using a blind method because of the nature of the study.
Apesar de muitas pessoas usarem analgésicos, anti-inflamatórios e outros medicamentos para curar a dor nas costas, ela não pode ser ignorada. A dor é um informativo do organismo de que algo não está ocorrendo bem, por isso a importância de conhecer o diagnóstico para ser assertivo no tratamento. Aqui você confere as principais dicas para aliviar a dor e realizar o seu diagnóstico.
Nível de condicionamento físico: a dor de costas é mais comum entre pessoas que não estão fisicamente aptos. Musculatora abdominal e lombar enfraquecidas podem não suportar corretamente a coluna vertebral. “Atletas de finais de semana” — pessoas que saem e exercitam-se muito depois de estarem inativos durante toda a semana — são mais propensos a sofrer lesões dorsais dolorosas do que pessoas que fazem atividade física moderada, como um hábito diário. Estudos mostram que o exercício aeróbio de baixo impacto é benéfico para a manutenção da integridade dos discos intervertebrais.

A fibromialgia não tem cura, porém há métodos para aliviar as dores, melhorar a qualidade do sono e a qualidade de vida do paciente para que consiga conviver com a doença. Caso você suspeite de ter fibromialgia, consulte um médico. Existem remédios que serão indicados pelo médico, mas também existe alguns tipos de tratamento natural para fibromialgia, dos quais listamos alguns logo abaixo (consulte seu médico a respeito deles):


No século passado, atribuía-se o grande número de pessoas com dor lombar aos esforços feitos pelo corpo de forma repetida e errada, e com o desenvolvimento tecnológico, a tendência seria diminuir, já que hoje, se quisermos, não precisamos nem sair de casa para nada. E quanto aos atletas, seres fortes, saudáveis, com abdominais invejáveis (para alguns), exemplos de saúde, qual a razão de também sofrerem com as malditas dores? Fortalecer a musculatura ou alongar? Só abdominal resolve? Perguntas como estas são diárias nos consultórios e academias, só que não é tão simples assim. A boa saúde de nosso organismo como um todo depende de uma diversidade de fatores, em sua maioria, muito simples e que muitos teimam em complicar. Para um corpo ser saudável, ele precisa de fortalecimento e atividade, alongamento e repouso, além, é claro, de uma boa nutrição e hidratação.
Pratique a acupressão quando o corpo estiver no estado correto. As técnicas acima só devem ser empregadas quando você estiver relaxado e em um ambiente particular. Sente-se ou deite-se e tente se livrar das distrações externas. Desligue o celular e bote uma música relaxante para tocar. Se preferir, experimente a aromaterapia ou qualquer outra técnica que o ajude a relaxar.
O sintoma mais marcante é a dor nas costas intensa que pode ser incapacitante. Porém, os sintomas são diversos e estão associados à área em que foi comprimida a raiz nervosa, podendo, assim, serem irradiados para outras áreas. Pode haver parestesias (formigamentos) com ou sem dor; dor nas pernas e pés, braços, mãos e dedos; dormência nos membros. E, nos casos mais graves, pode haver perda de força nas pernas e incontinência urinária.
O nosso corpo foi desenhado para o movimento, não para que passemos o dia sentados a trabalhar, nas aulas ou no sofá comendo batatas fritas e vendo TV. Os nossos antepassados caminhavam quase 20 km por dia em busca de comida, água e das coisas mais básicas para poderem sobreviver. Não pretendo dizer que deveriamos voltar à era do Paleolítico (senão não poderia estar a escrever nesta cadeira espectacular), pretendo apenas chamar a atenção para o facto que nos mexemos muito pouco hoje em dia para poder entender as nossas próprias limitações.
Muitos desses fatores de risco provocam a inflamação, o que torna mais difícil para se curar de lesões e aumenta a dor. Para combater a inflamação e melhorar suas chances de alcançar o nervo ciático de socorro mais rapidamente, certifique-se de comer um nutriente-densos cura dieta, evitar o tabagismo/usar drogas e fazer exercício físico e a boa noite de sono.
×