Síndrome de Cauda equina – a cauda equina é um feixe de raízes do nervo espinhal que surgem a partir da extremidade inferior da medula espinhal. As pessoas com síndrome da cauda equina sentem uma dor aborrecida na parte inferior das costas e nádegas superiores, bem como a analgesia (falta de sensação) nas nádegas, genitais e coxas. Às vezes, há distúrbios da função intestinal e da bexiga.

A idade média para o aparecimento da primeira crise de dor é de, aproximadamente, 37 anos. Por causa da correria do dia a dia, má postura e sedentarismo, muitos brasileiros não se preocupam em fazer atividades físicas e cuidar da postura. Quando a crise aparece, muitos só enxergam a cirurgia como opção. No entanto, muitas pesquisas têm apontado tratamento convencional e exercícios físicos como solução para cerca de 90% dos casos.
A dor é causada por algum tipo de inflamação ou dano ao nervo ciático (que pode ocorrer dentro do canal espinhal ou em algum outro ponto do percurso que o nervo faz), e ainda pela pressão da coluna sobre o nervo. Geralmente, os anéis que circundam os discos se rompem com o aumento de pressão, intensificando as dores nas costas. Com o rompimento do anel, o núcleo escapa para o interior do canal e comprime o nervo, caracterizando a dor. As causas mais comuns para a compressão do nervo ciático e o consequente surgimento de processos dolorosos são: tumores, estenose da coluna lombar, lesões, fraturas por pressão (provocando deslizamento de vértebras), traumas, anomalias congênitas, hérnia de disco, osteoartrite, síndrome do músculo piriforme (um espasmo muscular que comprime o nervo ciático).

Tem o seu quê de verdade aquela velha piada : “ Doutor, sinto dores quando faço isto.” “Então não o faça.” Por outras palavras, pare de fazer tudo o que estiver a fazer quando surgir a dor. No entanto, não se enfie na cama durante uma semana. Vários estudos têm revelado que o repouso prolongado não ajuda, podendo até agravar a situação. Se conseguir, mantenha a sua rotina diária, a menos que a mesma inclua levantamento de pesos ou esforços excessivos. Se a dor de costas se dever a uma distensão muscular ou a uma lesão dos tecidos, o que ocorre em 85% dos casos, é muito provável que não precise de terapias muito sofisticadas nem de cirurgia. Este tipo de dor também não requer estudos imegeológicos através por exemplo,de ressonâncias magnéticas (RM) ou TAC. As medidas para deixar de ter dor são mais simples do que se pode imaginar.


Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.
Entre os medicamentos mais usados para o tratamento de fibromialgia, estão antidepressivos tricíclicos em doses baixas (administrados em doses inferiores às usadas em casos de depressão), relaxantes musculares, anti-inflamatórios não-hormonais, analgésicos comuns e opioides, que podem ser utilizados na exacerbação da dor por curtos períodos de tempo. Veja alguns remédios utilizados:

Para quem não está acostumado, a dureza do piso pode causar alguns traumas na canela. O asfalto e o concreto são seis vezes mais prejudiciais para o tecido da tíbia em relação aos terrenos mais leves (como terra batida). Recomenda-se que os treinos na rua sejam leves para o iniciante, alternando com treinamentos em terrenos que geram menos impacto. Terrenos com grama e areia dura ajudarão nesse quesito.
Use os dedos para apertar o ponto de pressão. Pegue seu polegar e o dedo médio ou indicador e pressione firmemente nos pontos nos dois lados do punho quando se sentir nauseado. Em seguida, gentilmente, mas com firmeza, esfregue o ponto usando um movimento circular por vários minutos. Você poderá sentir um alívio imediato; às vezes, no entanto, poderá demorar até cinco minutos .[4] 
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