Saber distinguir se a dor é oriunda de um problema na coluna ou se o paciente tem pré-disposição para contratura desse músculo será de fundamental importância para saber se é possível alongar ou não. É importante salientar que a causa mais comum da dor ciática são as lesões degenerativas da coluna vertebral, tais como: hérnia de disco, protrusão de disco, espondilolistese, artrose nas vértebras inferiores e estenose vertebral. Nesses casos, alongar os músculos posteriores da coxa podem até contribuir para o aumento da dor. Nas lesões mais severas e graves, os pacientes poderão apresentar quadros de fraqueza muscular em uma das pernas ou nas duas, e a falta de força poderá mudar o padrão da caminhada. Nesses casos, o paciente não consegue ficar de ponta de pé sobre a perna afetada ou dar alguns passos usando apenas os calcanhares. 

Movendo-se, em certos aspectos, podem agravar ciático dor, mas, em alguns casos, pode realmente ajudar a aliviar a dor. Algumas pessoas acham que, sentado, em pé por um longo tempo e movendo-se abruptamente tendem a provocar dor. Os tipos de movimentos que tendem a fazer com que a dor pior envolvem amassando ou encurtamento da coluna vertebral, como levantar as pernas, trazendo os joelhos em direção ao peito ou de cócoras.


Este emplastro contém o anti-inflamatório diclofenac e é sujeito a receita médica. Deve ser aplicado precisamente no ponto doloroso, sendo o fármaco absorvido através da pele. Uma vez que não passa pelo aparelho gastrointestinal, não provoca ardor no estômago, reação adversa associada a vários anti-inflamatórios orais. Pode aplicar dois emplastros por dia, por forma a obter alivio durante 24 horas. Converse acerca do mesmo com o médico. Tal como no caso de outros anti-inflamatórios não esteroides, este medicamento está contraindicado a pessoas com risco elevado de doença cardíaca.
Temos um numeroso arsenal contra as dores nas costas, que vão afligir oito em cada dez pessoas pelo menos em um momento da vida, mas muitas vezes estamos errando o alvo ou pecando pelo excesso. É o que sugere um levantamento da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, englobando 23 918 consultas por causa de queixas desse tipo entre 1999 e 2010. Os pesquisadores concluíram que, ali, os médicos não seguem direito as recomendações para o manejo do problema, o que resulta em um abuso na prescrição de remédios, exames de imagem e até mesmo cirurgias.
É aconselhável que um indivíduo com dor nas costas deve ter uma dieta equilibrada. O leite, o suco, os brotos e as frutas devem ser tomados regularmente todos os dias. Vegetais cozidos no vapor como couve-flor, cenouras, tomates, espinafre e repolho também devem encontrar um lugar na sua tabela de alimentos. Os alimentos picantes, oleosos e pesados, bem como chá, café, pratos doces e coalhada, devem ser eliminados assim que você começar a sofrer de dor nas costas.
Na prática clínica, não há como provar que a pessoa está sentindo dor crônica, já que a reação corporal é muito diferente das reações encontradas em dores agudas. Estima-se que aproximadamente 3% dos brasileiros sofrem dessa condição no Brasil. A grande maioria (90%) são mulheres entre 30 e 50 anos. Das pessoas com fibromialgia, aproximadamente 20% também sofrem de ansiedade ou depressão, mesmo que essa conexão entre as doenças seja muitas vezes ignorada.
A taxa de cesárea apresentada neste ECR não se diferenciou entre os grupos, embora seu número fosse menor no grupo de acupressão. O fato de o local do estudo prestar atendimento à gestação de alto risco pode ter influenciado os presentes resultados deste estudo, inclusive devido às condutas de indução e condução do TP, o que sugere resultados mais claros no uso da técnica em centros de parto normal.
São consideradas causas importantes para a compressão do nervo ciático e surgimento do processo doloroso: hérnia de disco, traumas, tumores, síndrome do músculo piriforme responsável pela rotação da coxa (espasmo muscular que comprime o nervo ciático), osteoartrite, estenose da coluna lombar (estreitamento do canal vertebral e consequente desgaste. das estruturas da coluna), deslizamento de  vértebras em decorrência de fraturas por pressão (espondilolistese).
Durante a consulta é importante dizer ao médico as característica da sua dor, dizendo quando ela surgiu, se dói o tempo todo ou só quando faz determinado movimento, e também o que você já fez para tentar aliviar a dor. Pode ser útil informar ao médico se é sedentário e qual é o seu trabalho. Ao saber estes detalhes o médico pode fazer o diagnóstico mais rápido e indicar o melhor tratamento.
Se a dor nas costas for prolongada, novas investigações para a confirmação do diagnóstico, para a avaliação do tratamento e, se necessário, para a elaboração de um plano abrangente de reabilitação devem ser realizadas após 6 semanas do início dos sintomas. A consulta com um fisiatra, ortopedista, reumatologista ou neurocirurgião é frequentemente necessária para avaliar o diagnóstico (exames especiais), o tratamento, a capacidade funcional e de trabalho e a necessidade de reabilitação.

Há estudos demonstrando a eficiência de pilates, treinamento funcional, musculação convencional, ioga, caminhada, entre outros, no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Parece que o principal determinante dos resultados é como os exercícios são prescritos e supervisionados. Além das informações decorrentes de relatórios dos profissionais de saúde que acompanharam as fases iniciais do problema, dos laudos dos exames de imagem e da avaliação física inicial, antes da prescrição de exercícios propriamente dita, é fundamental compreender como se sente um indivíduo recém-chegado de um tratamento de quadro agudo ou crônico de dor na coluna vertebral: inseguro sobre suas possibilidades de movimento, com muito medo de novas crises e, no caso de praticantes regulares de atividade física, ansioso para treinar. Respeitar esse momento de retorno, atentar para as particularidades de cada caso e progredir de acordo com as respostas aos exercícios aumenta bastante a chance de sucesso.

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