As participantes foram alocadas por meio de uma lista de seleção de números aleatórios e distribuídas em três grupos: acupressão (BP6); grupo toque (GT), placebo; e grupo controle (GC). O estudo utilizou o método duplo-cego; nem as parturientes do grupo BP6 e GT nem tampouco os profissionais que prestavam assistência na unidade obstétrica sabiam a que grupo cada participante pertencia. Com relação ao GC, não houve possibilidade de cegamento devido às próprias características do estudo.
O grupo de BP6 apresentou menor taxa de cesárea entre os grupos deste estudo. Já o GC, com 15,4% a mais de cesárea em relação ao grupo BP6, aproximou-se da taxa registrada no último relatório anual da instituição onde se realizou o estudo (44,5% de cesáreas em 2013); f porém, na análise estatística, não apresentou diferença significativa. Contrariamente, dois ECR mostraram redução significante no número de cesáreas, sendo de 10,0% dessa via de parto em um dos estudos 18 e 12,8% no outro. 7 No entanto, esses estudos incluíram somente mulheres nulíparas ou sem cesárea anterior.

Artigos científicos vêm mostrando que existem inúmeras circunstâncias que contribuem para o desencadeamento da dor lombar, como insatisfação com o trabalho, excesso de peso ou obesidade, hábito de fumar, sedentarismo, síndromes depressivas, fatores genéticos e antropológicos, alterações climáticas, modificação na pressão atmosférica, dentre outros.
Os mecanismos precisos pelos quais a acupressão no ponto BP6 induz o TP não são claros. Durante o TP é comum a obstrução dos meridianos que atravessam o corpo, bloqueando o fluxo desses canais; com isso, o estímulo ajudaria a desobstruir os meridianos e restaurar seu equilíbrio, trazendo bem-estar à parturiente. 7 A acupressão poderia, também, estimular a liberação de ocitocina pela glândula pituitária, que, por sua vez, regula as contrações uterinas para melhorar a evolução do TP. 5 No entanto, não foram encontrados estudos que dosaram o nível de ocitocina ou qualquer hormônio endógeno que possa induzir as contrações uterinas, tratando exclusivamente sua amostra com acupressão, o que sugere que investigações futuras são necessárias para melhor elucidar os mecanismos fisiológicos subjacentes da acupressão sobre o organismo materno.

A acupuntura faz parte da medicina tradicional chinesa e tem como objetivo equilibrar as funções do organismo, o que ajuda a prevenir e tratar problemas de saúde, como dores na coluna. "As agulhas estimulam diferentes pontos, promovendo alívio das dores na primeira aplicação. Qualquer pessoa pode ser submetida ao tratamento, incluindo as grávidas. São necessárias, no mínimo, cinco sessões para tratar as dores nas costas, mas recomenda-se a prática regular como forma de prevenção. Quando o problema já está instalado, a acupuntura deve ser realizada uma vez por semana. Para evitar novas dores, as sessões podem acontecer a cada 15 dias", diz Gabriel.

A acupressão e a massagem Tui Na, que pressionam pontos e meridianos, são uma extensão da teoria da acupuntura, com a diferença de que a penetração de pontos por agulhas não é necessária nestes casos. Os efeitos da acupressão podem ser, de certa forma, um pouco mais amenos do que os da acupuntura, mas tem-se obtido bons resultados para muitos tipos de sintomas. Da mesma forma que na acupuntura, os efeitos da acupressão podem ser aprimorados com a prescrição de ervas que tendem a acalmar ou estimular, dependendo do que for mais benéfico.
"Alimentos fontes de triptofano terão como objetivo aumentar a produção de serotonina e podemos citar exemplos como: carnes magras, peixes, mel, iogurte desnatado, queijos brancos e magros, nozes, leguminosas, damasco, açaí, arroz integral e banana; alimentos fontes de melatonina: aveia, cereja, amendoim e vinho; alimentos antioxidantes: frutas e verduras em geral, chá verde, cúrcuma, cacau; alimentos que atuam na redução do estresse/cortisol: abacate, fitoterápicos adaptógenos (rodiola rosea, withannia somnifera e ginseng coreano); suplementos coadjuvantes: ômega 3, óleo de prímula, resveratrol, coenzima Q10 e cúrcuma. Com esse cardápio os sintomas serão minimizados, você sentirá uma redução do cortisol (estresse) e uma indução do sono e relaxamento", afirma a nutri Ana Karam.
MATERIAL 100% ECO-FRIENDLY ( "amigo da natureza"), sem cola e hipoalergênicos. Testado e testado pela SGS (líder mundial em controle de qualidade). Dentro de espuma Eco, casca exterior 100% algodão. Total de botões 7992 (: 6210, travesseiros: mat 1782) adornam plástico ABS (material resistente que é usado para Lego) o conjunto. As espinhas são "ligadas termoplasticamente" SEM ADESIVO, processo pelo qual os materiais são unidos por calor.
Há estudos demonstrando a eficiência de pilates, treinamento funcional, musculação convencional, ioga, caminhada, entre outros, no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Parece que o principal determinante dos resultados é como os exercícios são prescritos e supervisionados. Além das informações decorrentes de relatórios dos profissionais de saúde que acompanharam as fases iniciais do problema, dos laudos dos exames de imagem e da avaliação física inicial, antes da prescrição de exercícios propriamente dita, é fundamental compreender como se sente um indivíduo recém-chegado de um tratamento de quadro agudo ou crônico de dor na coluna vertebral: inseguro sobre suas possibilidades de movimento, com muito medo de novas crises e, no caso de praticantes regulares de atividade física, ansioso para treinar. Respeitar esse momento de retorno, atentar para as particularidades de cada caso e progredir de acordo com as respostas aos exercícios aumenta bastante a chance de sucesso.
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