Nível de condicionamento físico: a dor de costas é mais comum entre pessoas que não estão fisicamente aptos. Musculatora abdominal e lombar enfraquecidas podem não suportar corretamente a coluna vertebral. “Atletas de finais de semana” — pessoas que saem e exercitam-se muito depois de estarem inativos durante toda a semana — são mais propensos a sofrer lesões dorsais dolorosas do que pessoas que fazem atividade física moderada, como um hábito diário. Estudos mostram que o exercício aeróbio de baixo impacto é benéfico para a manutenção da integridade dos discos intervertebrais.
Lin Tchie Yeng – Para essas pessoas que apresentam maior sensibilidade à dor, é melhor indicar exercícios de menor impacto. Hoje, se fala muito em Pilates, um método de trabalho físico que envolve ou não alguns aparelhos. Na verdade, é muito parecido com alongamento global e condicionamento físico. A dança mostrou ser outra atividade interessante para os pacientes atendidos no Hospital das Clínicas. Eles ouvem música e vencem o medo de se mexer e sentir dor. Ali, a receptividade dessas aulas tem sido muito boa, porque os pacientes saem com a cabeça mais leve e o corpo mais relaxado.
Como vimos, a larga maioria dos casos pode ser perfeitamente benigna, mas outros há que são extremamente graves e que podem colocar a sua vida em risco e num curto espaço de tempo. Neste sentido, é muito importante que o doente nunca se automedique ou desvalorize os sintomas, consultando um médico de modo a permitir diagnosticar e tratar a patologia responsável pela dor de costas, conforme veremos de seguida.

Idade: O primeiro ataque de dor lombar ocorre normalmente entre os 30 e 50 anos, e a dor nas costas se torna mais comum com o avançar da idade. Como as pessoas envelhecem, a perda de força dos ossos pela osteoporose pode levar a fraturas, e, ao mesmo tempo, diminuem a elasticidade e tônus muscular. Os discos intervertebrais começam a perder líquido e flexibilidade com a idade (degeneração discal), o que diminui sua capacidade de amortecer as vértebras. O risco de estenose espinhal também aumenta com a idade.

Tem o seu quê de verdade aquela velha piada : “ Doutor, sinto dores quando faço isto.” “Então não o faça.” Por outras palavras, pare de fazer tudo o que estiver a fazer quando surgir a dor. No entanto, não se enfie na cama durante uma semana. Vários estudos têm revelado que o repouso prolongado não ajuda, podendo até agravar a situação. Se conseguir, mantenha a sua rotina diária, a menos que a mesma inclua levantamento de pesos ou esforços excessivos. Se a dor de costas se dever a uma distensão muscular ou a uma lesão dos tecidos, o que ocorre em 85% dos casos, é muito provável que não precise de terapias muito sofisticadas nem de cirurgia. Este tipo de dor também não requer estudos imegeológicos através por exemplo,de ressonâncias magnéticas (RM) ou TAC. As medidas para deixar de ter dor são mais simples do que se pode imaginar.

O médico poderá receitar remédios para aliviar a dor nas costas, como por exemplo, analgésicos e anti-inflamatórios que devem ser tomados juntamente com um protetor gástrico para prevenir a gastrite causada por medicamentos, e em alguns casos pode recomendar o uso de uma pomada anti-inflamatória para ser aplicada no local da dor, com uma suave massagem até que ela seja totalmente absorvida pela pele.

Muitos desses fatores de risco provocam a inflamação, o que torna mais difícil para se curar de lesões e aumenta a dor. Para combater a inflamação e melhorar suas chances de alcançar o nervo ciático de socorro mais rapidamente, certifique-se de comer um nutriente-densos cura dieta, evitar o tabagismo/usar drogas e fazer exercício físico e a boa noite de sono.

Estudos descobriram que a ioga é seguro e eficaz para as pessoas com nervo ciático dor. (4) Alguns dos movimentos mais importantes para a prevenção ciático dor de destino costas, a construção de força e relaxante dura áreas. Exercícios para prevenir a dor lombar e reforçar o núcleo são usados até em ambientes de reabilitação para o nervo ciático pacientes após a cirurgia.
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Existem diversas causas para a dor na coluna, podendo também identificar alguns fatores de risco para o surgimento da sintomatologia. Os problemas musculares podem, na maioria das vezes, ser acautelados se soubermos identificar os fatores de risco e preveni-los. Infelizmente, algumas patologias (ou doenças) relacionadas com a dor de coluna não podem ser prevenidas. Veja mais informação em prevenção da dor na coluna.
Os tratamentos da Fibromialgia, que desde há cerca de oito meses se iniciaram gratuitamente, na Santa Casa da Misericórdia de São Carlos (SCMSC) – em unidade específica que presta outros atendimentos para pesquisa, como osteoartrose -, graças a uma feliz parceria entre essa instituição e o Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), através de seu Grupo de Óptica, acabam de ganhar mais um avanço científico com a introdução de um novo protocolo que está já em execução na Unidade de Terapia Fotodinâmica da SCMSC.
Mas, afinal, por que a bursite no quadril faz mais vítimas mulheres? “A bursite no quadril, chamada formalmente de bursite trocantérica, atinge mais pessoas do sexo feminino por causa da biomecânica do quadril (entenda aqui), que é diferente da dos homens”, explica Christina May Moran, fisiatra e coordenadora do Centro de Reabilitação do Hospital Sírio-Libanês.
Em casos mais raros, quando a lesão é muito grave, pode ser necessária uma intervenção cirúrgica, segundo André. Geralmente, no momento da contusão, é possível notar a gravidade, com um som de estalo como se a musculatura tivesse rompido, dores próximas aos glúteos ou na parte posterior do joelho, grande quantidade de hematomas na parte posterior da coxa, dificuldade de se movimentar ou fraqueza na perna lesionada.

Fatores de saúde mentais: questões de saúde mental pré-existentes tais como ansiedade e depressão podem influenciar na dor crônica, bem como a percepção da sua gravidade. Dor que se torna crônica também pode contribuir para o desenvolvimento de tais fatores psicológicos. O estresse pode afetar o corpo de várias maneiras, incluindo causando tensão muscular.
A espinha dorsal é uma complexa rede que liga nervos, articulações, músculos, tendões e ligamentos, e todos são capazes de produzir dor. Grandes nervos que se originam da espinha e vão até as pernas e braços podem espalhar dor para as extremidades. Todavia, algumas vezes a dor nas costas pode ser experimentada mesmo quando nenhum problema anatômico subjacente é aparente.

A idade média para o aparecimento da primeira crise de dor é de, aproximadamente, 37 anos. Por causa da correria do dia a dia, má postura e sedentarismo, muitos brasileiros não se preocupam em fazer atividades físicas e cuidar da postura. Quando a crise aparece, muitos só enxergam a cirurgia como opção. No entanto, muitas pesquisas têm apontado tratamento convencional e exercícios físicos como solução para cerca de 90% dos casos.


Uma condição particularmente rara, mas que merece atenção, é a chamada “Síndrome da Cauda Equina”. Essa é uma condição neurológica que afeta nervos que enviam informações para as regiões inferiores do corpo (região lombar e pernas) e pode estar relacionada com dor nas costas. Além disso, infecções da coluna espinhal, embora raras também, podem gerar dor, normalmente acompanhada de febre.
Sabe-se que de cada 10 pacientes com fibromialgia, sete a nove são mulheres. Não se sabe ainda os reias motivos porque isto acontece. Não parece haver uma relação com hormônios, pois a fibromialgia afeta as mulheres tanto antes quanto depois da menopausa. A faixa de idade onde a fibromialgia mais se apresenta é entre os 30 e 60 anos. Mas, pode ocorrer em pessoas mais velhas e também em crianças e adolescentes.
Existem várias classes de medicamentos destinadas a apaziguar essas dores –  e só especialistas podem escolher a ideal para o seu caso. Nas lombalgias comuns, a praxe é lançar mão de comprimidos de anti-inflamatórios e analgésicos. Vez ou outra são receitados relaxantes musculares. Agora, se a dor faz o paciente urrar, entram em jogo injeções de corticoides e outros fármacos da pesada. Nas dores crônicas ou resistentes a tratamentos mais leves, entram em cena os opioides – que devem ser utilizados com extrema cautela em função do risco de dependência. Em situações extremas, a saída é implantar, dentro do corpo, uma bomba que libera aos poucos morfina.
Em relação aos quadros associados à dor nas costas, é de salientar também alguns tipos de variações. A dor de costas pode ocorrer apenas com a realização de certos movimentos (ao andar, ao correr, saltar, ao deitar, subir ou descer escadas, etc.) ou, então, apenas em certas posições. Em muitas situações, a dor de costas pode ocorrer mesmo em repouso (dores constantes), seja de pé, sentado ou deitado. A dor nas costas ao respirar tende a agravar (a doer mais) dada a necessidade de movimento dos músculos que são precisos mexer para respirarmos (inspirar e expirar). Quando respira fundo, quando tosse ou ao espirrar, a dor tende a ser, ainda, agravada, no contexto destes movimentos mais intensos / bruscos. Em qualquer um destes quadros associados, a aparente gravidade não está diretamente relacionada com a seriedade da patologia subjacente, conforme abordaremos em cada uma das causas para a dor de costas.
 A dor no nervo ciático (ou simplesmente Ciática) trata-se de um sintoma de outro problema médico. O nervo ciático é considerado o maior do corpo humano: estende-se desde a face posterior do quadril, descendo por trás da coxa e dos joelhos até alcançar o dedo maior do pé, ou seja, vai desde a coluna lombar até os pés. É ele quem possibilita o movimento dos músculos das pernas, permitindo as articulações dos membros inferiores, além de ser responsável pelas sensações.

É possível que ciático nervos pode ser comprimido sem qualquer dor formando. Embora a ciática sem dor não é muito comum, é possível ter a pressão e dano ao nervo ciático raízes e não o saber. Por exemplo, um estudo mostrou que 50 dos mais de 100 pessoas que foram examinadas tinha uma hérnia de disco vertebral, mas em 20 de pacientes, não houve qualquer perceptível a dor, apesar do fato de que o disco entrou no tecido ao redor da coluna vertebral.

Acupuntura Anestesiologia Cardiologia Cardiologia Pediátrica Cirurgia Cardiotorácica Cirurgia Geral Cirurgia Maxilo-facial Cirurgia Pediátrica Cirurgia Plástica Cirurgia Vascular Dermatologia Endocrinologia Estomatologia Fisiatria Gastrenterologia Gastrenterologia Hematologia Clínica Hemodinâmica Imagiologia/Radiologia Imunoalergologia Imuno-Hemoterapia Infecciologia Medicina de Reprodução Medicina Dentária Medicina Desportiva Medicina Geral e Familiar Medicina Interna Nefrologia Nefrologia Pediátrica Neurocirurgia Neurocirurgia Pediátrica Neurofisiologia Neurologia Neuropsicologia Neurorradiologia Nutrição Oftalmologia Oncologia Médica Ortopedia Ortopedia Infantil Osteopatia Otorrinolaringologia Pediatria Pneumologia Podologia Psicologia Psicologia de Reabilitação Cardíaca Psicologia Infantil Psiquiatria de Infância e Adolescência Reumatologia Terapia da Fala Terapia Ocupacional Urologia

Temos um numeroso arsenal contra as dores nas costas, que vão afligir oito em cada dez pessoas pelo menos em um momento da vida, mas muitas vezes estamos errando o alvo ou pecando pelo excesso. É o que sugere um levantamento da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, englobando 23 918 consultas por causa de queixas desse tipo entre 1999 e 2010. Os pesquisadores concluíram que, ali, os médicos não seguem direito as recomendações para o manejo do problema, o que resulta em um abuso na prescrição de remédios, exames de imagem e até mesmo cirurgias.
Este ponto de acupressão fica localizado na planta do pé, logo a baixo do espaço entre o dedão e o segundo dedo do pé, onde os ossos destes dois dedos se cruzam. Para pressionar este ponto, deve usar a mão do lado oposto, pressionando a planta do pé com o polegar e o lado oposto com o dedo indicador, de forma a que a os dedos da mão formem uma pinça que envolve o pé.
Tapete de massagem estimula pontos de acupuntura sem perfurar a pele. Ao contrário da acupuntura, não emprega o uso de agulhas que penetram na pele. O tapete de acupressão tem milhares de unhas de plástico que pontos de acesso (meridianos) por todo o corpo. A nitidez das unhas de plástico ativa o sistema nervoso simpático no corpo, que então ativa o sistema nervoso parassimpático, trazendo um relaxamento muito profundo e apoiando o processo de cura natural.
Para pacientes já diagnosticados com hérnia de disco, o especialista avalia que a cirurgia deve ser considerada apenas quando já se esgotaram os tratamentos primários da doença. “Os mesmos exercícios funcionais são recomendados, com muita fisioterapia e eventual aplicação de medicamentos. Somente então, se comprovada a necessidade, encaminhamos para a intervenção cirúrgica”, complementa Skaf.
Ao contrário do que muita gente pensa, o jeito mais eficiente de cortar alguns quilos é apostar na variação de ritmo ao longo de cada treino, o que na corrida recebe o nome de fartlek, e em exercícios intervalados. Isso faz o corpo trabalhar em diferentes zonas de frequência cardíaca, o que eleva o metabolismo e, consequentemente, a queima calórica. Assim fica mais fácil perder peso correndo.
Embora não seja mortal, a hérnia de disco pode levar indivíduos economicamente ativos a se aposentarem por invalidez, sendo as causas multifatoriais, como: permanecer sentado por longas horas e o comportamento sedentário. Devido à repercussão econômica causada pelas lombalgias e hérnias de disco, elas se tornaram a 1ª causa de pagamento de auxílio doença e a 3ª causa de aposentadoria por invalidez.
A acupuntura é um tipo de medicina tradicional Chinesa prática baseada em atingir ou manter uma saúde melhor, abrir o corpo do fluxo natural de energia. Ele usa minúsculos, virtualmente livre de dor agulhas para segmentar determinados caminhos no corpo. Foi aprovado pelo FDA como tratamento para dor nas costas e é suportado por vários estudos, para o alívio da dor crônica de todos os tipos, incluindo ciática. (5)
Dores – Segundo a fonte ouvida pela Golf Week, Tiger não sofre de uma hérnia grave, do tipo que necessita de cirurgia, e sim de uma protusão discal – ou disco abobadado (imagem à direita)-, como se o disco fosse um hambúrguer com um lado maior do que o pão, no caso as vértebras. Esse tipo de patologia pode ser controlado em algumas semanas, com medicamentos para a dor e fisioterapia, mas os discos não se regeneram, o que pode obrigar as pessoas a conviver com o problema. Embora não seja propriamente uma hérnia de disco, a protusão discal provoca os mesmos sintomas ao comprimir as raízes nervosas.
São consideradas causas importantes para a compressão do nervo ciático e surgimento do processo doloroso: hérnia de disco, traumas, tumores, síndrome do músculo piriforme responsável pela rotação da coxa (espasmo muscular que comprime o nervo ciático), osteoartrite, estenose da coluna lombar (estreitamento do canal vertebral e consequente desgaste. das estruturas da coluna), deslizamento de  vértebras em decorrência de fraturas por pressão (espondilolistese).
A principal maneira de lidar com a dor nas costas é investigar, antes de mais nada, a sua causa. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar o equívoco de uma doença que possa ser evidenciada como causa da dor, mas que, na verdade, não tenha associação e, assim, agravar a condição do paciente ao ser tratado de forma inadequada. O tratamento deve ser multidisciplinar, envolvendo diferentes tipos de exames a serem realizados por diversos médicos, para só então iniciar um atendimento específico para aquele quadro.
A emissão conjugada de laser de baixa intensidade e ultrassom terapêutico, de acordo com os pesquisadores, tem reduzido consideravelmente a dor de pacientes com fibromialgia. Segundo os estudiosos, além da redução da dor, o tratamento feito na palma das mãos apresenta maior ação analgésica e anti-inflamatória, melhorando o sono, a capacidade de executar tarefas cotidianas e a qualidade de vida dos pacientes. O estudo foi publicado no Journal of Novel Physiotherapies.
Prescrever exercícios resistidos para indivíduos com histórico de dor na coluna vertebral não é tarefa simples e implica, além do conhecimento sobre os fatores determinantes da dor, a compreensão do processo de estabilização da coluna vertebral, o domínio da técnica de execução, para garantir que os músculos sejam ativados de acordo com os objetivos, e noção apurada das progressões dos exercícios. É relativamente frequente que o fisioterapeuta ou o profissional de Educação Física que recebe o paciente/aluno egresso de uma crise na coluna vertebral seja conservador na escolha dos exercícios, posições e métodos adotados. Porém, treinar um indivíduo procurando, apenas, evitar situações de risco é abrir mão do potencial preventivo do treinamento e não prepará-lo para as exigências do cotidiano, incluindo mobilização de cargas e prática esportiva. Apesar da abordagem sempre ser global, o treinamento da força muscular deverá recair invariavelmente sobre os músculos responsáveis pela estabilidade da coluna vertebral. Esse grupo de músculos compõe a região conhecida como core (núcleo). O core é constituído de uma unidade integrada composta de 29 pares de músculos que suportam o complexo quadril-pélvis-lombar (QPL). Pode-se fazer uma analogia com uma “caixa” na região central do corpo, em que se localiza o centro de gravidade e na qual basicamente todos os movimentos dos membros se iniciam.
Em 25 % dos pacientes é possível atribuir uma causa exata à dor. Na sua maioria, são lesões nos discos intervertebrais, alterações causadas por desgaste nas articulações ou osteoporose. Em caso de uma escoliose ou de uma cifose, sentem-se tensões dolorosas dos músculos. Também outras doenças, como cálculos renais ou uma inflamação pulmonar, podem causar dores nas costas.
A ciática pode ser extremamente incapacitante devido à dor intensa e limitação de atividades diárias. A lombalgia simples, de origem mecânica que acontece após algum esforço ou movimento brusco costuma desaparecer em dois ou três dias sem qualquer medida especial. No entanto, a lombalgia que não melhora rapidamente com essas medidas ou que piora gradualmente, evoluindo com a presença da ciática, com alteração de força ou de sensibilidade, é chamada de lombociatalgia e deve ser avaliada por um especialista em coluna com brevidade.
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