Na lombalgia mecânica – que é a mais comum a dor não irradia para outros lugares como a coxa e passa depois de um tempo com ou sem o tratamento. Caso as dores cronifiquem, é importante o acompanhamento de um médico especialista, que irá receitar medidas farmacológicas e não farmacológicas, que podem variar desde exercícios físicos à acupuntura e outras infiltrações.
Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.
Quanto mais fortes forem os seus músculos abdominais, menos probabilidade terá de lesionar a coluna. Se os seus abdominais forem fortes, obrigam a empurrar o conteúdo abdominal, formando um cilindro de fluido que se ergue e afasta o peso da coluna. Para fortalecer os músculos abdominais, deite-se de costas no chão, em cima de um tapete com os joelhos fletidos, as plantas dos dedos das mãos a tocar ligeiramente nos lados da cabeça e os cotovelos esticados para os lados.
Quanto mais fortes forem os seus músculos abdominais, menos probabilidade terá de lesionar a coluna. Se os seus abdominais forem fortes, obrigam a empurrar o conteúdo abdominal, formando um cilindro de fluido que se ergue e afasta o peso da coluna. Para fortalecer os músculos abdominais, deite-se de costas no chão, em cima de um tapete com os joelhos fletidos, as plantas dos dedos das mãos a tocar ligeiramente nos lados da cabeça e os cotovelos esticados para os lados.
A idade média para o aparecimento da primeira crise de dor é de, aproximadamente, 37 anos. Por causa da correria do dia a dia, má postura e sedentarismo, muitos brasileiros não se preocupam em fazer atividades físicas e cuidar da postura. Quando a crise aparece, muitos só enxergam a cirurgia como opção. No entanto, muitas pesquisas têm apontado tratamento convencional e exercícios físicos como solução para cerca de 90% dos casos.
Mas, afinal, por que a bursite no quadril faz mais vítimas mulheres? “A bursite no quadril, chamada formalmente de bursite trocantérica, atinge mais pessoas do sexo feminino por causa da biomecânica do quadril (entenda aqui), que é diferente da dos homens”, explica Christina May Moran, fisiatra e coordenadora do Centro de Reabilitação do Hospital Sírio-Libanês.
Se já teve problemas ou cirurgias na coluna a longo prazo ou até mesmo durante a vida, você pode estar familiarizado com o ditado: "Existem dois tipos de jogadores de golfe... aqueles que têm problemas nas costas e aqueles que vão ter." No entanto, isso não significa que você tem que desistir de seu amor pelo esporte. Existem soluções alternativas que lhe permitirá lidar com sua dor nas costas e jogar golfe.
Prescrição de medicamentos (ou remédio) anti-inflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares que permitem aliviar a dor e realizar depois uma melhor reabilitação. Pode tomar esta medicação sob a forma de comprimidos, aplica-la sob a forma de pomada ou de pensos transdérmicos impregnados em anti-inflamatórios de libertação lenta. Nos casos mais graves, o médico poderá receitar esta medicação sob a forma injetável (injecção), que permite atuar de uma forma mais rápida, reduzindo eficazmente mesmo a dor forte. Se sentir um alívio rápido das queixas, não deve interromper o tratamento medicamentoso, mas deve terminar de tomar a medicação de acordo com a prescrição médica.
“Não tomo anticoncepcional há 14 anos. Minha menstruação nunca foi regulada, essa foi uma das razões que comecei a tomar, mas com o anticoncepcional me sentia inchada, mal humorada e gorda. Decidi parar de vez um ano antes de engravidar e durante esse período percebi que meu corpo respondia melhor aos exercícios físicos. Já praticava esportes há cinco anos, porém não era com a intensidade de hoje. Engravidei da minha filha, hoje com nove anos, e durante a gestação corri dos três aos sete meses, porque me sentia bastante disposta. Hoje, com quase 40, estou na minha melhor forma.”
O problema com o nervo ciático ocorre quando alguma pressão ou lesão o afeta. Esse dano ao ciático pode ocorrer dentro do canal espinhal – entre as vértebras por onde passa a medula espinhal – ou em outros pontos de seu percurso. E, uma vez inflamado por algum tipo de compressão externa ou outros fatores, surge a famosa dor ciática que apresenta uma série de sintomas.
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