Atendendo ao fato de que a fisioterapia comumente usa recursos, como ultrassom terapêutico e terapia a laser, terapias essas que já demonstraram ter um grande potencial para diminuir a dor e a capacidade funcional dos pacientes com fibromialgia, uma equipe de pesquisadores do Grupo de Óptica do CEPOF-IFSC/USP, constituída pelos fisioterapeutas Juliana Amaral e Daniel Marques Franco, e os pesquisadores Antonio de Aquino Junior e Vanderlei Salvador Bagnato, descobriram um novo método bem mais eficaz no combate às dores e incapacidades provocadas pela doença.
Os resultados mostraram que o tratamento realizado nas mãos foi mais eficiente para os três tipos de técnicas, sendo que o tratamento com a combinação de laser e ultrassom ofereceu melhoras significativas aos pacientes. A avaliação dos resultados com cada tipo de aplicação foi baseada em protocolos como o Questionário de Impacto da Fibromialgia (FIQ) e a Escala Visual Analógica (EVA).

Atire a primeira pedra quem nunca sofreu com pontadas na região lombar ou cervical: eis um problema que atinge gente de todas as idades e classes sociais. Segundo um levantamento recente, a dor nas costas é a principal causa de incapacidade no mundo inteiro. Só no Brasil, ela atinge 13% da população e só fica atrás da hipertensão entre as queixas de saúde.
Muitos imaginam que, para aliviar qualquer lesão, a aplicação de bolsas de gelo é indicada. Entretanto, Skaf aponta que, no caso de contraturas na região lombar, o tratamento recomendado é justamente o contrário. “O gelo é um analgésico natural quando se tem uma pancada ou problema em uma articulação. No caso da lesão muscular próxima à coluna vertebral, o que alivia a dor é o calor”, revela.
Randomized controlled trials (RCT) conducted in some countries in Asia 4 , 5 , 11 , 12 and the Middle East 14 , 15 , 18 evaluated the effects of acupressure on the duration of the first stage of labor and on the mode of delivery. In these studies, three acupuncture points that are also targets for acupressure were identified: sanyinjiao (SP6), 4 , 11 , 12 , 14 , 18 hegu (LI4), 5 and zhiyin (B67). 5

ARTIGO ORIGINAL56 Rev Bras Reumatol 2010;50(1):56-66Recebido em 06/10/2009. Aprovado, após revisão, em 24/11/2009. Roberto Ezequiel Heymann e Eduardo dos Santos Paiva declaram ter recebido honorários da Lilly, Janssen-Cilag, Boehringer, Apsen e Pfizer para palestras e consultoria; Milton Helfenstein Junior recebeu honorários da Pfizer e Merck Sharp para palestras e consultoria; Daniel Feldman Pollak recebeu honorários da Lilly, Pfizer e Merck Sharp; José Eduardo Martinez recebeu honorários da Sanofi Aventis para palestras e da Pfizer para palestras e consultoria; José Roberto Provenza recebeu honorários dos laboratórios Roche, Bristol, Ache e Pfizer para participar de pesquisas clínicas com novos fármacos na PUC-Campinas; Marcelo Cruz Rezende declara ter recebido honorários da Lilly-Boehringer para a participação em simpósios e da Pfizer para ser palestrante e participar de simpósios; Valério Valim Cristo declara recebimento de honorários por apresentação, conferência ou palestra pela Roche, além de financiamento para a realização de pesquisa, organização de atividade de ensino ou comparecimento a simpósios pela Lilly, Genzyme, Schering-Plough. Os demais autores declararam não haver conflitos de interesse.1. Coordenador do Ambulatório de Fibromialgia da UNIFESP e assistente doutor da Disciplina de Reumatologia da UNIFESP2. Professor Assistente da Disciplina de Reumatologia, UFPR. Chefe do ambulatório de fibromialgia do HC-UFPR3. Assistente doutor da Disciplina de Reumatologia da UNIFESP4. Professor Adjunto da Disciplina de Reumatologia da UNIFESP e chefe do Setor de reumatismos de partes moles da UNIFESP5. Professor titular do Departamento de Medicina da PUC-SP, doutor em Reumatologia pela UNIFESP e diretor da Faculdade de Medicina da PUC-SP6. Professor titular de Reumatologia da PUC-Campinas e chefe do Serviço de Reumatologia do Hospital Universitário da PUC-Campinas7. Professora orientadora da pós-graduação da Faculdade de Ciências da Saúde da UnB e chefe do centro de ambulatórios do Hospital Universitário de Brasília8. Membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia9. Mestre em Medicina pelo Instituto de Ensino e Pesquisa da Santa Casa de Belo Horizonte, coordenador do Programa de Residência Médica em Reumatologia e do Ambulatório de Fibromialgia da Santa Casa de Belo Horizonte10. Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia, biênio 2007-200811. Professora colaboradora da Faculdade de Medicina da USP, assistente doutora do Serviço de Reumatologia e responsável pelo ambulatório de Fibromialgia do Serviço de Reumatologia do HC-FMUSP12. Responsável pelo Setor de Reumatologia e Preceptor do programa de Residência em Clínica Médica da Santa Casa de Campo Grande. Ex-presidente da Sociedade de Reumatologia do Mato Grosso do Sul13. Professor assistente de Reumatologia da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) e mestre em Clínica Médica pela UFGRS14. Reumatologista com especialização em Medicina Esportiva do setor de reabilitação, procedimentos e coluna vertebral pela UNIFESP15. Ex-fellow da Universidade da Virgínia (EUA), mestre em Educação e Ciência e professora da UNISUL16. Professora adjunto do Departamento de Clínica Médica, chefe do ambulatório de fibromialgia e chefe do serviço de Reumatologia do Hospital Universi-tário da Universidade Federal do Espírito Santo17. Doutora em Reumatologia pela UNIFESP, membro da Sociedade Brasileira de Reumatologia e da Sociedade Brasileira de Clínica Médica18. Membro da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor19. Presidente da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação, professora colaboradora da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e doutora em Medicina pela FMUSP20. Membro da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação21. Professor titular de Neurologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), coordenador do Departamento de Dor da Academia Brasileira de Neurologia (ABN) e do Subcomitê de Dor da European Neurological Society (ENS). Membro da Peripheral Nerve Society22. Doutor em Ortopedia e Traumatologia pela Faculdade de Medicina da USP, médico Assistente do Grupo de Mão e professor colaborador da FMUSP23. Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia24. Membro da Consultoria Axia.Bio farmacoeconomia e pesquisa em saúde25. Diretor executivo do Núcleo de Gestão de Pesquisas da UNIFESP, mestre em Ciências pela UNIFESP e sócio-pesquisador da Axia.BioEndereço para correspondência: Roberto Ezequiel Heymann. Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 2466, conj 93-94. São Paulo - SP - CEP 01402-000Consenso brasileiro do tratamento da bromialgiaRoberto Ezequiel Heymann1, Eduardo dos Santos Paiva2, Milton Helfenstein Junior3, Daniel Feldman Pollak4, José Eduardo Martinez5, José Roberto Provenza6, Ana Patrícia Paula6, Antonio Carlos Althoff8, Eduardo José do R. e Souza9, Fernando Neubarth10, Lais Verderame Lage11, Marcelo Cruz Rezende12, Marcos Renato de Assis8, Maria Lucia Lemos Lopes13, Fabio Jennings14, Rejane Leal C. da Costa Araújo15, Valéria Valim Cristo16, Evelin Diana Goldenberg Costa17, Helena Hideko S. Kaziyama18, Lin Tchia Yeng18, Marta Iamamura19, Thais Rodrigues Pato Saron20, Osvaldo J. M. Nascimento21, Luiz Koiti Kimura22, Vilnei Mattioli Leite23, Juliano Oliveira24, Gabriela Tannus Branco de Araújo24, Marcelo Cunio Machado Fonseca25
Na consulta, deve descrever todos os sintomas e intensidade da dor. O médico especialista escutará a história do doente e em seguida realizará um exame físico para identificar as possíveis causas da dor. Em seguida, poderá, dependendo da avaliação, solicitar alguns exames de imagem para diagnosticar a causa da ciática, tais como Raio-X, Ressonância magnética ou TAC.
Lin Tchie Yeng – Todos esses pacientes precisam ser avaliados individualmente. Entretanto, de maneira geral, os exercícios de relaxamento e alongamento são muito importantes, como é importante orientar a postura no trabalho, em repouso, nas atividades de lazer e o condicionamento físico para fortalecer o sistema cardiovascular. Carregar pesos costuma piorar a dor.
A ciência do esporte avança a grandes passos e já não se limita mais aos atletas de elite, mas oferece benefícios também aos esportistas que, mesmo sendo amadores, decidem desafiar-se, melhorar sua performance e sentir-se melhor no dia a dia. Um claro exemplo é o teste de suor que o Instituto de Ciência do Esporte da Gatorade (GSSI, na sigla em inglês), em parceria com a Care Club, realiza duas vezes por mês na unidade Ibirapuera, em São Paulo.
Para pacientes já diagnosticados com hérnia de disco, o especialista avalia que a cirurgia deve ser considerada apenas quando já se esgotaram os tratamentos primários da doença. “Os mesmos exercícios funcionais são recomendados, com muita fisioterapia e eventual aplicação de medicamentos. Somente então, se comprovada a necessidade, encaminhamos para a intervenção cirúrgica”, complementa Skaf.
A artrose na coluna (espondilose) é uma alteração degenerativa da coluna vertebral. Na espondilose, sintomas como dor na coluna, desconforto ou tensão nas costas ou pescoço ocorrem frequentemente. A intensidade da dor na coluna pode variar ao longo do dia, modificar com a posição, as atividade e os movimentos, no entanto, na maioria das pessoas não é de tal forma intensa que se torne incapacitante. A dor pode ser limitada à coluna ou, então, irradiar, de forma diferente conforme os segmentos da coluna afetados, por norma, para a cabeça (na espondilose cervical), para a região do tórax (na espondilose dorsal), para as nádegas e virilhas (na espondilose lombar e lombossagrada).

Para quem não está acostumado, a dureza do piso pode causar alguns traumas na canela. O asfalto e o concreto são seis vezes mais prejudiciais para o tecido da tíbia em relação aos terrenos mais leves (como terra batida). Recomenda-se que os treinos na rua sejam leves para o iniciante, alternando com treinamentos em terrenos que geram menos impacto. Terrenos com grama e areia dura ajudarão nesse quesito.

Existem várias classes de medicamentos que são utilizados em conjunto com o tratamento não medicamentoso. As drogas mais utilizadas são analgésicos de ação central, incluindo algumas drogas antidepressivas e antiepilépticas que têm esta ação analgésica. Medicamentos para melhorarem o padrão do sono e miorrelaxantes também são, frequentemente, utilizados isoladamente ou em conjunto com medicamentos analgésicos.

É importante lembrar que na acupuntura acredita-se na existência de 3 tipos de ansiedade: a causada por excesso, por estagnação ou por deficiência. Nesse caso, se a auto aplicação não demonstrar resultados, é aconselhável buscar o tratamento profissional. O terapeuta deverá observar qual a sua deficiência energética, escolhendo os pontos mais aconselháveis para trabalhar.
Idade: O primeiro ataque de dor lombar ocorre normalmente entre os 30 e 50 anos, e a dor nas costas se torna mais comum com o avançar da idade. Como as pessoas envelhecem, a perda de força dos ossos pela osteoporose pode levar a fraturas, e, ao mesmo tempo, diminuem a elasticidade e tônus muscular. Os discos intervertebrais começam a perder líquido e flexibilidade com a idade (degeneração discal), o que diminui sua capacidade de amortecer as vértebras. O risco de estenose espinhal também aumenta com a idade.
Desembarque e colocação: coloque as costas no tapete de acupressão, que é melhor colocado no chão, na cama ou no sofá. Certifique-se de distribuir o peso do corpo uniformemente, respire profundamente e silenciosamente na barriga para relaxar. No começo, pode ser experimentado como desagradável, mas logo expande um calor calmante em todo o corpo. Após o uso, é enrolado e armazenado em local seco.
A esteira de bem-estar hälsa consiste em 8,820 espigões que estimulam os pontos de acupressão do seu corpo, ajudando-o a liberar hormônios naturais de alívio da dor. Muito parecido com massagem e acupressão, o tapete de bem-estar é usado para estimular naturalmente a liberação de endorfinas e oxitocina, hormônios de alívio da dor do próprio corpo. Esses hormônios, que também são liberados durante o exercício, o toque, a excitação e a paixão, promovem o bem-estar mental e físico.

Um recente estudo conduzido pelo Instituto de Bioengenharia da Catalunha relacionou a dor nas costas com a falta de nutrientes na coluna. Um desses nutrientes é a glicose. O excesso de pressão nos discos articulares da coluna reduz a quantidade de glicose e eleva a de ácido lático, que interrompe a nutrição das células e começa o processo degenerativo, ocasionando dor.


O médico radiologista especializado em ortopedia esportiva e chefe de diagnósticos no Hospital do Coração (HCor), Abdalla Skaf, comenta em entrevista ao programa Rota Saudável, da Rádio Estadão, sobre o tema. De acordo com o ele, a pessoa que sentir dor nas costas deve procurar um especialista imediatamente. “O profissional irá realizar um exame físico primeiramente. Se este não for suficiente para diagnosticar a real causa do problema, sugere-se uma série de testes complementares, como a radiografia, ou, em casos mais extremos, ressonâncias magnéticas e tomografias”, explica.
... Intervenções comportamentais apresentaram evidências de efetividade e, portanto, constituem parte dos procedimen- tos clínicos padrão no tratamento da FM (Heymann, et al. 2010;Provenza et al., 2004). Existem diferentes estratégias comportamentais para o tratamento da dor crônica, dentre elas o modelo de condicionamento clássico baseado na ex- posição graduada de situações as quais o indivíduo evita por ter anteriormente sentido dor; o modelo operante que se ba- seia na relação entre os comportamentos de dor (e.g.: maior tempo em repouso, pedido de medicação, queixas relaciona- das à dor, entre outros) e a sua manutenção por regras (e.g.: "sair de casa vai piorar a dor") ou pelas consequências a cur- to prazo fornecidas pelo ambiente social; e o modelo cogniti- vo que destaca o papel causal das crenças e distorções cognitivas, que podem intensificar a percepção da dor (Glombiewsk et al., 2010;Vandenberghe, 2014). ...

A fibromialgia, na medicina moderna, é qualificada como uma síndrome ou transtorno de dor crônica, na qual a pessoa sente dores por todo o corpo. Esssas dores estão mais evidenciadas nas articulações, nos músculos, tendões, em outros tecidos moles. Causando fadiga, sonolência, indisposição, dores de cabeça, depressão e ansiedade. A fibromialgia ainda não tem cura.
– Tabagismo: dados publicados no periódico American Journal of Medicine aponta que fumantes, sobretudo os mais jovens, são mais propensos a apresentarem dores lombares. Embora as causas não estejam completamente elucidadas, acredita-se que haja uma diminuição do fluxo de sangue para a espinha, além de um aumento no risco de osteoporose e um aumento na circulação de substâncias que causam dor no organismo do fumante.
No século passado, atribuía-se o grande número de pessoas com dor lombar aos esforços feitos pelo corpo de forma repetida e errada, e com o desenvolvimento tecnológico, a tendência seria diminuir, já que hoje, se quisermos, não precisamos nem sair de casa para nada. E quanto aos atletas, seres fortes, saudáveis, com abdominais invejáveis (para alguns), exemplos de saúde, qual a razão de também sofrerem com as malditas dores? Fortalecer a musculatura ou alongar? Só abdominal resolve? Perguntas como estas são diárias nos consultórios e academias, só que não é tão simples assim. A boa saúde de nosso organismo como um todo depende de uma diversidade de fatores, em sua maioria, muito simples e que muitos teimam em complicar. Para um corpo ser saudável, ele precisa de fortalecimento e atividade, alongamento e repouso, além, é claro, de uma boa nutrição e hidratação.
– Assista TV sentado, com a cabeça alinhada ao tronco e as costas apoiadas no sofá. É recomendável não deitar de barriga para cima, pois você terá que se virar para assistir e isso pode provocar dores. Ficar de bruços também não é o ideal, pois aumenta a curvatura da coluna e corre-se o risco de torções no pescoço. Jamais se deite com a cabeça no braço do sofá. Esta posição favorece dores no pescoço, semelhantes ao torcicolo.

O cálculo renal (ou pedra nos rins) é uma das doenças mais frequentes do trato urinário, sendo mais frequente nos homens entre os 30 e os 50 anos de idade. Nos países desenvolvidos, pode atingir cerca de 20% da população. Os sinais e sintomas, habitualmente presentes são: desconforto ou dor lombar, por norma unilateral (de um só lado (rim), pode verificar-se sangue na urina (hematúria), infeções urinárias recorrentes (ou de repetição), entre outros sinais e sintomas.
Coloque o travesseiro de bem-estar da hälsa em uma superfície plana e, com cuidado, deite-se com a parte de trás da cabeça e do pescoço contra o travesseiro. Como o tapete, você pode deitar-se com a pele nua diretamente sobre o travesseiro ou com uma fina camada de pano no meio para suavizar a sensibilidade dos pontos. Se você usar o travesseiro regularmente, ficará mais acostumado a ele e poderá remover a camada de pano.
O sucesso do tratamento de lesões relacionadas com o golf deve não só as modificações do swing de golfe e reabilitação funcional, mas, na maioria dos casos, a restauração da lordose lombar adequado. Curva demasiado ou demasiado pouco resulta em cargas de torção e à compressão excessivas através das junções toracolombar e lombossacra. A abordagem de myoskeletal começa corrigindo padrões de desequilíbrio muscular cruzados inferiores seguidos pela restauração da "joint-play" fixado lombar, sacroilíaca e articulações do tórax.
A fibromialgia, na medicina moderna, é qualificada como uma síndrome ou transtorno de dor crônica, na qual a pessoa sente dores por todo o corpo. Esssas dores estão mais evidenciadas nas articulações, nos músculos, tendões, em outros tecidos moles. Causando fadiga, sonolência, indisposição, dores de cabeça, depressão e ansiedade. A fibromialgia ainda não tem cura.
Existem diferentes fatores desencadeantes da lombalgia. Contudo, a questão postural está entre os principais fatores de risco. Hábitos incorretos de postura ao deitar, sentar ou realizar qualquer atividade do dia a dia, no trabalho e lazer podem acarretar em malefícios à coluna. Mas outros fatores também podem ser apontados como causas para o desenvolvimento da lombalgia. É o caso de inflamações/infecções; hérnias de disco, artrose ou escorregamento de vértebra; sedentarismo; obesidade; fatores genéticos; envelhecimento e até questões emocionais.
Woods não tem a supervisão de um coach desde que parou de trabalhar com Chris Como, no final de 2017. E diz que assim continua. Para ele, as consultas com Killen são, por enquanto, experimentais, e que eles conversaram casualmente no campo e que já se conheciam da Ryder Cup de Hazeltine, em 2016, onde Woods atuou como vice-capitão dos EUA. Killen, seria apenas um par de olhos a mais em suas atuações sobre os greens.
O tratamento para a dor ciática pressupõe identificar e corrigir as causas responsáveis pela compressão desse nervo. Nas crises agudas, medicamentos como os analgésicos e os anti-inflamatórios representam recurso importante para alivio da dor. Pesquisas mostram que, tão logo os sintomas permitam, não faz a menor diferença voltar gradativamente à atividade física ou permanecer de cama até a dor desaparecer por completo.
Parece que a náusea é parte da vida, esteja você grávida, de ressaca, fazendo tratamento por quimioterapia, ou enjoado. Embora você possa ter ouvido falar de acupuntura, uma terapia com agulhas, a acupressão é uma terapia que simplesmente se baseia na massagem dos principais pontos de pressão para aliviar os sintomas. Ela é uma maneira rápida e barata de lidar com náuseas, sem efeitos colaterais nocivos, embora pesquisas ainda sejam necessárias para provar sua eficácia.[1]Aprenda os pontos de pressão, em seguida, use seus dedos ou uma pulseira para começar a sentir alívio!
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